3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho

Embora a paralisia da perfeição seja algo com que muitas pessoas lidem em todas as fases de suas carreiras, as mães com trabalho remunerado podem se ver ainda mais afetadas, já que lidam com o perfeccionismo profissional e na figura materna…

A maioria das mães, já teve esse sentimento: sem saber exatamente o que fazer, em seguida se deparam assustadas. Sofrem de paralisia da perfeição, presas a um ciclo aparentemente interminável.

A perfeição é tão ofuscante que faz com que até mesmo os indivíduos mais ambiciosos e trabalhadores fiquem congelados de medo. Esse medo de não ser, fazer ou se sentir bem o suficiente acaba por cobrar um preço, na maioria das vezes, muito mais alto para as mulheres do que para os homens. Pense na maternidade: podemos todas nos resignar a uma vida de infinita frustração.

Embora a paralisia da perfeição seja algo com que muitas pessoas lidem em todas as fases de suas carreiras, as mães com trabalho remunerado podem se ver ainda mais afetadas, já que lidam com o perfeccionismo profissional e na figura materna. Há uma ideia de que, para ser um bom funcionário, você tem de estar acessível 24 horas por dia e ser capaz de viajar ou alterar planos a qualquer momento. E, para ser uma boa mãe, você deve estar disponível para seus filhos 24 horas por dia, 7 dias por semana, e lidar graciosamente com a multiplicidade de solicitações, tarefas e necessidades dos pequenos, enquanto ainda cantarola canções de ninar e assa um bolo.

As mães que trabalham têm de arranjar uma saída de seus próprios jeitos. De alguma forma, as mulheres são criadas para serem todas as coisas para todas as pessoas em todos os momentos. Dada a nossa inclinação para nutrir e estar a serviço dos outros, não é surpresa que a maioria das mulheres aproveite a função multitarefa e esteja no topo. O que acontece com demasiada frequência é que elas continuam a elevar o nível e exigem o melhor de si sempre. Antes de sabermos, a perfeição é o objetivo, e alcançá-lo é impossível.

Segundo as autoras Joan C. Williams e Rachel Dempsey, mães que trabalham fora são atormentadas pela síndrome Prove-It-Again no escritório. Em suas pesquisas, elas descobriram que profissionais que são mães são repetidamente forçadas a provar seu valor e competência aos seus colegas e empregadores. Essa síndrome é mais aparente quando as mulheres retornam ao trabalho após a licença-maternidade. Elas continuam a lutar pelo perfeccionismo e temem desapontar as pessoas ao seu redor. Infelizmente, a pressão de ser mãe e funcionária perfeita aumenta durante esse período crucial e, eventualmente, leva ao esgotamento.

A perfeição é uma sugadora de tempo. Não há horas suficientes no dia para ser perfeita, e errar é humano. Quanto mais aceitarmos esse fato, mais saudáveis ​​e felizes serão nossas vidas.

Ser perfeita também não deve ser usado como um distintivo de honra. A única batalha que você está ganhando é aquela que está a prendendo. A perfeição é a busca fútil de um objetivo inatingível. Repita comigo: perfeição é a busca fútil de um objetivo inatingível. Se você almeja a perfeição, você falhou antes mesmo de começar. Você se deve mais do que isso.

Veja abaixo, 3 maneiras de diminuir o desejo de perfeição e ampliar sua eficiência em casa e no escritório:

#1 LIBERTE-SE

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Desistir da noção de perfeccionismo e encontrar maneiras de ser bem-sucedida em seus próprios termos é a chave para se sentir confiante em suas decisões. As redes sociais projetam um sentido alterado e um tanto falso da realidade de outra pessoa. Ainda que alguns momentos profissionais e pessoais da vida exijam um desempenho excepcional, isso não equivale à perfeição. Ser boa é ser boa o suficiente. E como Sheryl Sandberg, COO do Facebook, insiste em dizer: “Feito é melhor que perfeito”.

#2 AVALIE SE VALE A PENA

3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho #2 Avalie se vale a pena

Considere o retorno que você terá em relação ao tempo gasto no trabalho. É o que se chama R.O.T. (Return on Time, ou Retorno pelo Tempo Gasto, em tradução livre). Passar horas para ajustar um projeto realmente valerá a pena? Ou ele já está “bom o suficiente?” Frequentemente, precisamos socializar nosso trabalho, interagir com os outros e depois incorporar o feedback antes de o finalizar. Monitorar seu R.O.T. é especialmente útil na hora de se planejar. E isso poderá tirá-la do escritório a tempo de dizer “boa noite” ou passear com seus filhos.

#3 PRIORIZE SUAS TAREFAS

3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho #3 PRIORIZE SUAS TAREFAS (1)

Funcionárias mães são multitarefas fenomenais. O movimento é sem esforço de uma tarefa para outra. Concentram atenção no dever em mãos e aproveitam ao máximo as restrições de tempo. Se você sabe que tem de pegar seu filho na creche às 17h30, isso a obriga a estruturar o dia de acordo com esse compromisso e a não perder tempo.

 

Fonte:https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/08/3-dicas-para-maes-se-livrarem-da-perfeicao-no-trabalho/

Não estou feliz no meu trabalho, e agora?

A questão é que você tem 3 caminhos a escolher:

CONTINUAR infeliz fazendo o que faz;

CONTINUAR fazendo o que faz, mas MUDANDO O PORQUÊ FAZ E COMO FAZ (COM UM SIGNIFICADO E VALOR diferente);

OU

MUDAR para outro trabalho que possa ser mais feliz.

“A única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou, continue procurando” – Steve Jobs

Na enquete que publiquei recentemente, pude confirmar o que já venho escutando e constatando com o meu trabalho, o quanto as pessoas estão insatisfeitas com o trabalho atual.

E o que fazer diante desta insatisfação? Qual seria o melhor conselho?

Com certeza todos nós passamos por momentos bons e ruins ao longo da vida, tanto na vida pessoal como na profissional, e sei muito bem como é difícil aceitar e lidar com os momentos difíceis. Mas o fato é que, além de fazerem parte da vida de todos seres humanos, eles têm por trás um MOTIVO, uma LIÇÃO e uma UTILIDADE.

É preciso ver que seu TRABALHO e todos os trabalhos dão trabalho; às vezes, muito trabalho. Lembre-se de que a palavra NEGÓCIO vem de “negação do ócio”, ou seja, esforço.

Mas a questão é maior do que o esforço e o estresse que o trabalho dá.

A questão é que você tem 3 caminhos a escolher:

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CONTINUAR infeliz fazendo o que faz;

CONTINUAR fazendo o que faz, mas MUDANDO O PORQUÊ FAZ E COMO FAZ (COM UM SIGNIFICADO E VALOR diferente);

MUDAR para outro trabalho que possa ser mais feliz.

A primeira opção é continuar infeliz, mas vai ser uma opção longa e triste. Claro que com isto você pode se tornar uma pessoa medíocre e infeliz, ou com o tempo a dor vai levá-la a uma das outras duas alternativas, depois de um tempo menor ou maior.

Na segunda opção você permanece no emprego, nem que seja durante o tempo de preparação para seguir para a terceira opção, mas vai mudar a sua forma de perceber e viver o trabalho. Precisará passar a “perceber o valor do que faz” e para “quem este valor é importante”, para que assim possa sentir que seu esforço tem valor e utilidade. Desta forma verá que seu trabalho se torna significativo e você fica mais feliz e produtivo.

Mesmo que você pense em ir para a terceira opção diretamente, aconselho a mudar a forma de perceber o seu trabalho, para evitar que você venha a repetir o mesmo processo no próximo emprego. Digo isso porque as pessoas repetem e repetem enquanto não aprenderem algumas lições e fizerem algumas mudanças necessárias em si mesmas.

Reflita sobre isto e responda:

– O que preciso aprender neste trabalho? O que este trabalho atual está me incomodando, ensinando, transformando? Que lições eu preciso aprender aqui?

– O que preciso mudar em mim mesma?

– Como vou fazer para criar estas mudanças positivas em mim e na minha vida?

A terceira opção pode ser interessante nos casos que você realmente não está feliz por não ter nada a ver com seus talentos, necessidades e objetivos. Também é necessária nos casos em que estamos trabalhando em uma empresa que não valoriza seus profissionais, um chefe que é insuportável ou onde não exista possibilidades de crescimento.

Neste caso, aconselho que antes de sair, faça os questionamentos apresentados na segunda opção pois é um importante passo para sua mudança pessoal e profissional, que evitará repetir padrões negativos. Depois, faça a sua parte no sentido de ficar atento às novas possibilidades, mantendo contato com outras pessoas e empresas, assim como aberto a outras possibilidades de trabalho e atividades, até que possa tomar a sua decisão.

Fonte Texto: https://osegredo.com.br/nao-estou-feliz-no-meu-trabalho-e-agora/

Fonte Imagem: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Enxuga-Ai/noticia/2017/08/gestao-desafiadora-gera-satisfacao-no-trabalho.html

Fonte Imagem: http://www.rlovato.com.br/2012/03/07/caminhos-por-lucia-helena-costa/

Como saber a hora certa de se demitir?

Se você está agora pensando na hora que vai chegar em casa e já implorando pela sexta-feira, é sinal de que você precisa ler este texto… E buscar algo novo pra sua vida!

Muita gente está nesse momento em um trabalho que odeia, só vegetando e fitando o relógio, suplicando pelo encontro do ponteiro que marcará o fim do expediente. Acredite, eu sei como é! Eu também já estive em um trabalho onde não era plenamente feliz. E larguei este trabalho pra me dedicar aos meus negócios pessoais e ir para o tão superestimado home office.

Era 2015. A crise política e econômica no Brasil começava a tomar forma. “Eu sai do meu trabalho de auxiliar de marketing, com carteira assinada e tudo, para virar corretor de imóveis. Comecei a trabalhar na área e conseguia tirar boas comissões. Mas, ainda assim, não estava feliz. Realmente faltava algo. Foi então que eu resolvi sair deste ramo e trabalhar fazendo artes gráficas, gerenciamento de redes sociais, criação de conteúdo e outros trabalhos de marketing para alguns clientes. Além de, é claro, escrever cada vez mais. Foi aí que eu descobri que a gente pode ser feliz fazendo o que gosta. Mesmo não ganhando muito”.

Então, se você também está nesse dilema, vou te dar algumas dicas para tentar identificar se é a hora de chutar o pau da barraca e se demitir.

A paciência acabou

Quando alguém te dá um bom dia, você responde: Bom dia por quê? Se alguém fala algo que você não gosta, já fuzila com os olhos? Tem vontade de voar no pescoço do coleguinha? É parça, sua paciência tá no limite mesmo! Esse é um grande sinal de que você já não aguenta mais o seu trabalho.

O tesão acabou

Lembra quando você foi recém-contratado? Estava louco pra mostrar serviço, queria dar dicas, ajudar, revolucionar a empresa. Mais aí viu que no dia a dia as coisas não eram assim tão empolgantes. Então, aquele tesão que você tinha quando começou se foi. Agora você vive no automático. Só faz o que pedem e, quando não pedem, aproveita pra ver o Facebook, Instragram ou ficar apenas curtindo o movimento das pessoas na rua. Mais um sinal de que está na hora de buscar um “novo amor”.

Seu compromisso com prazos e metas acabou

Levantar da cama é uma guerra! Logo, chegar no horário é uma missão quase impossível. Você também já nem se importa mais em bater metas ou fazer um serviço melhor. Já que o tesão acabou, agora vai levando tudo do jeito que dá. Quanto menos responsabilidades, melhor, né? E aí quando você começar a criar uma lista de desculpas pra faltar ou não fazer determinadas coisas no seu trabalho, aí meu querido, significa que já passou da hora de ir atrás de algo novo.

Sua moral acabou

Seu chefe nem te ouve mais, seus colegas, muito menos. Você entra, faz seu trabalho, vai embora. Parece um fantasma. Mas se você tá vivo, então tem algo errado, cara! Não dá pra viver uma vida sem ser notado, sem ter contato, sem ser desafiado. Pra quê trabalhar em um lugar que não te traz desafios, que não te projeta para o mundo, que não faz seu trabalho ser valorizado? Se você sente essa inquietude, de não querer ser apenas mais um, se quer mais, se quer ser “o cara”, então mete o pé na porta e vai à busca de algo que te traga felicidade!

A perspectiva de crescimento acabou

Você está há muito tempo na mesma função e provavelmente vai ficar aí por muito tempo. Não tem promoção, o salário não aumenta, só aumentam as dores de cabeça e os cabelos brancos, né? Talvez a empresa não tenha um plano de cargos e salários bem definido, que te dê uma noção de onde você está e até onde pode chegar.

Ou então já chegou onde queria e, mesmo assim, viu que não é tudo aquilo que imaginava. Falta algo mais. Talvez você esteja trabalhando em algo que nunca gostou de verdade e, por isso, não se vê crescendo, inovando, sendo feliz. Se você não sabe o que pretende fazer e onde pretender chegar daqui a um, cinco e dez anos, talvez seja a hora de repensar se você está no lugar certo. Um profissional que perde a capacidade de sonhar e buscar crescimento, perde o brilho no olhar, aquele sentimento de fazer mais e melhor, de ser único e fazer a diferença.

Variáveis a serem analisadas antes de pedir demissão

Antes de se demitir, pense bem. Você tem dinheiro pra ficar um tempo sem outro emprego? Já tem outro trabalho em vista? Ou pretende empreender? É bom ter uma boa reserva para imprevistos. Precisamos lembrar que não estamos em um período onde está chovendo vagas. Então, é bom sempre pensar bem. Se você tem uma casa e filhos, é mais complicado ainda! Lembre-se que você tem bocas para alimentar. Com tudo isso em mente, pondere. Converse com a sua família e quem for de sua confiança. Só você pode tomar essa decisão, então faça de acordo com o que você acredita que vai ser melhor pra você. Eu sugiro sempre pensar na sua saúde e felicidade. Afinal, com trabalho e perseverança o dinheiro a gente consegue!

Está insatisfeito com a carreira atual? Mas tem receio de mudar?

Vamos elaborar um planejamento de carreira para essa transição! Pode ser menos angustiante do que você imagina!

Jennyfer Gonçalves

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-saber-a-hora-certa-de-se-demitir/106602/

Créditos da Imagem:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-insatisfacao-profissional/80173/

 

Os mitos sobre transição de carreira

Confira algumas ideias falsas propagadas no ambiente corporativo e que desestimulam muitas pessoas a darem novos rumos para suas carreiras.

Um anúncio de mudança de carreira muitas vezes é seguido por uma avalanche de críticas, desconfiança e muitas perguntas de colegas, amigos e parentes.

Tudo bem que não é mesmo fácil deixar uma atividade consolidada e partir para o novo. “As pessoas enfrentam barreiras para mudar porque criam vínculo com a profissão, com o cargo ocupado e com o salário que recebem”, diz a coach Susana Azevedo que deixou de trabalhar como executiva na indústria de automóveis para apostar no trabalho de coach executivo e pessoal, há 13 anos.

De acordo com a especialista, algumas ideias pré-estabelecidas, muitas vezes, acabam se tornando “algemas” que impedem muitas pessoas insatisfeitas de darem um novo rumo para suas carreiras.

Confiram quais são e como se livrar deles:

1. “Vou desperdiçar todo o conhecimento adquirido até aqui”

Não, não vai. “Tudo o que a pessoa fez antes serve de bagagem para o que ela pretende fazer”, diz Susana. A especialista lembra que nosso cérebro não é um computador passível de formatação. “Não limpamos nossa memória”, diz.

Em maior ou menor escala os conhecimentos que você já possui serão úteis tanto durante o processo de transição quanto após a consolidação de uma nova atividade, na opinião de Susana.

Maria Beatriz Henning, da consultoria Exceed concorda. Quando decidiu abandonar a sua carreira em um banco no início de 2001 e apostou no trabalho com recrutamento de talentos – voltado principalmente para o mercado financeiro – ouviu muita gente dizer que desperdiçaria seus conhecimentos.
“As pessoas falavam isso. Mas você usa seus conhecimentos de uma forma diferente. Não sinto que todo o meu conhecimento técnico foi desperdiçado, pelo contrário foi o que me diferenciou no mercado”, explica.

2. “Só quem está em início de carreira pode mudar”

Um bom salário, um cargo no alto escalão de uma organização e o sucesso são as principais barreiras que uma pessoa mais experiente terá que enfrentar ao decidir mudar de carreira. “O sentimento de perda de status é a maior armadilha, neste caso”, diz Susana.

Por isso, é muito comum ouvir que os mais jovens é que podem se dar ao luxo de mudar de carreira porque têm muito menos a perder. “É fato que os mais novos podem arriscar mais”, diz Susana.

“O que acontece é que os mais novos são mais destemidos por conta da idade”, diz Maria Beatriz. No entanto, isso não quer dizer que profissionais em nível sênior não possam mudar também. “É claro que para um profissional mais experiente sair da zona de conforto demanda mais coragem, mas essa pessoa está muito mais preparada para fazer isso”, diz Maria Beatriz.

“Uma pessoa mais velha tem tanto ou até mais probabilidade de ter sucesso se souber se planejar e usar corretamente a experiência que tem”, diz Susana. De acordo com a especialista, planejamento é essencial. “É preciso ver, pensar, se preparar, fazer colchão financeiro, buscar o apoio da família”, recomenda.

3. “Quem muda de carreira não é comprometido com objetivos”

Ser considerada uma pessoa que não é capaz de manter seus objetivos e que fica pulando de “galho em galho” também é uma ideia falsa propagada pelos corredores de escritórios, na opinião de Susana.

“O que acontece é que as pessoas têm que escolher a carreira muito cedo, com 16, 17 anos. Não há condição de fazer uma escolha definitiva nessa idade, é cruel”, diz Maria Beatriz, lembrando que os jovens muitas vezes não têm capacidade de avaliar e acabam seguindo caminhos tidos como certeza de sucesso.

“Na minha geração dizia-se muito que havia apenas duas formas de obter sucesso: trabalhando em banco ou em consultoria estratégica. Mas depois de fazer metrado e ser exposta a outras teorias percebi que havia vida além daquilo”, diz ela.

De acordo com Susana, antes de partir para transição de carreira “A primeira coisa é saber o que a fez pensar em mudar e o que ela quer obter no curto, médio e longo prazo”, diz Susana. Foi o que Maria Beatriz fez. “A minha transição foi muito pensada, não foi algo de supetão”, conta a hoje especialista em recrutamento de executivos.
“Eu sentia insatisfação, mas não sabia explicar porque gostava do tema mercado financeiro. Fiz aconselhamento de carreira e decidi que sair do banco seria a melhor coisa e depois descobrir que queria fazer o que faço hoje”, conta Maria Beatriz.

4. “Satisfação no trabalho é mito, o que vale é pagar as contas”

Se muitas vezes a motivação para uma transição é a insatisfação com a carreira atual, é comum ouvir que a própria satisfação é um mito. Pensar que quem tem um salário alto é feliz única e exclusivamente por conta disso é um clichê de carreira que muita gente repete e não deveria.

De acordo com Susana não é uma questão ter um ou outro. “As pessoas precisam pensar em como construir uma situação em que tenha segurança financeira e encontrem satisfação no que fazem”, diz. “Quando você faz o que gosta a probabilidade de ganhar bem é maior”, diz Maria Beatriz.

A questão, diz Susana, é fazer uma transição planejada e calcada também na expectativa de segurança financeira. Por isso ter uma reserva financeira é muito importante para atravessar este período mais tranquilamente.

“Você paga um pedágio e é natural que pague porque você é remunerado pelo que entrega de resultado”, diz Maria Beatriz. Se de executivo sênior você passa ao nível júnior por conta de uma transição, isso vai se refletir no salário.

“O problema é que as pessoas querem resultados imediatos, querem tudo para amanhã. Em uma situação de mudança é preciso esperar um ou dois até começar a ver os resultados”, diz a coach.

Fonte:

http://exame.abril.com.br/carreira/4-mitos-sobre-transicao-de-carreira/ Por Camila Pati

Créditos da imagem:

http://obviousmag.org/cotidiana/2016/04/senso-de-proposito-na-carreira.html