Lei sancionada define o dia 30 de agosto como o Dia Nacional do Perdão no Brasil

A partir deste ano, 30 de agosto será lembrado como o Dia Nacional do Perdão. A lei que institui a data foi sancionada dia 19 de agosto pelo presidente Michel Temer e publicada dia 20 do mesmo mês no Diário Oficial da União.

O projeto de lei foi aprovado em abril de 2015 na Câmara dos Deputados e no último dia 28 nos Senado Federal. A deputada Keiko Ota (PSB-SP), autora do texto, escolheu a data em alusão ao dia da morte de seu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinato aos oito anos.

Na justificativa para o PLC 31/2015, Keiko afirma que o objetivo é propor uma reflexão sobre o tema, além de ressaltar a luta de diversos movimentos sociais e parentes por justiça. Ela e o marido, Masataka Ota, fundaram, em 1997, o Movimento Paz e Justiça Ives Ota.

“Lembro a memória de meu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinado brutalmente aos oito anos. Eu e meu marido, Masataka Ota, perdoamos aqueles que causaram esse mal à minha família”, destacou a deputada.

Entenda o caso

Ives Ota foi sequestrado em casa, na zona leste de São Paulo, em agosto de 1997. Por ter reconhecido um dos homens, que era policial militar e fazia bico como segurança em uma loja da família, o garoto foi morto na madrugada do dia seguinte. Mesmo depois da execução, o grupo continuou negociando o resgate. Os três envolvidos no caso foram condenados.

Na Audiência Geral, dia 21 de setembro de 2016, na Praça São Pedro (Roma), o Papa Francisco disse que “perdoar é o primeiro pilar que sustenta a comunidade cristã”. O segundo, segundo o pontífice, é doar-se. “Estar disposto a doar-se obedece a uma lógica coerente: na medida em que se recebe de Deus, se doa ao irmão, e na medida em que se doa ao irmão, se recebe de Deus”, disse.

Fonte:

http://cnbb.net.br/lei-sancionada-define-o-dia-30-de-agosto-como-o-dia-nacional-do-perdao-no-brasil/

Créditos da Imagem:

http://www.jornaldecaruaru.com.br/2015/01/opiniao-o-que-e-o-verdadeiro-sentido-do-perdao-por-jose-de-aguiar/

Estado de Flow: o que é isso?

Sabe quando sua cabeça, corpo e alma se conectam e você perde a noção do tempo e faz algo extraordinário?

Você que é empreendedor já teve ter passado por isso: começa a fazer um trabalho e dá preguiça, sono, cansaço, acessa as redes sociais ‘vendo tudo’ e ao mesmo tempo ‘vendo nada’. Sua cabeça diz: “Vamos lá… mais um pouco… se concentre!”, por alguns instantes consegue retomar a atividade, mas logo em seguida outras necessidades impedem de completar aquilo que era sua proposta inicial. Por vezes você, até, consegue completar uma tarefa, mas sabe que está inferior à sua capacidade produtiva. Conhece essa sensação? Com que frequência isso tem acontecido?

Existe o oposto: você já fez algo que sincronizou seu corpo, mente, alma e atenção? Onde atingiu a máxima performance? Aquele momento que está trabalhando e as horas passam voando, a fome e o sono desaparecem, não escuta o barulho de mais nada. Vive um estado onde a tarefa que está sendo realizada e quem a realiza se fundem em uma só coisa? Há uma imersão profunda do seu estado de consciência. Sua cabeça pensa com tanta rapidez que seu corpo responde com precisão.

Tem um termo para isso: “Estado de Flow”, ou seja, estado de fluxo. Conceito elaborado na década de 70 pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi que pesquisava sobre a criatividade de artistas e estendeu sua pesquisa para outros campos alavancando junto com o Martin Seligman a Psicologia Positiva.

O Flow é um estado de imersão total. Com foco e concentração máximos, toda a ação, todo o envolvimento e todo o pensamento fluem em sequência à ação, movimento e pensamento que lhes precederam, até o final da realização da atividade. Além de extremo bem estar e sentimento de realização. Podemos ir além e dizer que é um momento supremo de felicidade.

Helder Kamei que é mestre em Psicologia Social e do Trabalho pela USP e autor do livro “Flow e Psicologia Positiva: Estado de fluxo, motivação e alto desempenho” diz que o Flow tem a combinação de quatro elementos: motivação intrínseca, máximo de concentração, estado emocional muito positivo e taxa de alto desempenho.

A pergunta que não quer calar é: podemos ter mais momentos de Flow? Você já deve ter percebido o quando é difícil alcançar esse estado. Pressão do dia a dia, estresse, apelo do mundo digital, falta de tempo e tantos outros componentes que minam nossa produtividade máxima.

Sim! É possível, conscientemente, atingir picos de Flow com mais profundidade e não deixar que o acaso tome conta disso.

Acredito que primeiro há necessidade de sintonizar o estado mental e corporal. Quando seu cérebro está ativo e com menor interferência de emoções negativas sua performance melhora, sua concentração se intensifica, sua produtividade aumenta e seu grau de satisfação é elevado. Dentre tantas opções vou passar três estratégias poderosas para preparar seu cérebro para vivenciar com mais constância o estado de Flow:

 

  1. Busque algo que harmonize seu corpo e mente: meditação, relaxamento, esporte, alimentação, música, pintura, atividade artística, leitura, filme. Todos nós temos um canal que possibilita extravasar e repor nossas energias. Qual é o seu jeito de conseguir isso?
  2. Faça algo fora da sua zona de conforto. Se desafie! Isso cria no cérebro uma instabilidade inicial e depois uma sensação de empoderamento. Acontece um festival de dopamina, serotonina, endorfina, ocitocina. Seu cérebro responde com felicidade.
  3. Tenha um propósito maior que dinheiro, carreira, sucesso. Quando temos claro que viemos ao mundo para deixar um legado temos meta, foco e atitude. Conseguimos deixar o cansaço de lado, a preguiça de fora, as pressões diárias nos impactam menos. Na hora de produzirmos nosso trabalho nosso cérebro fica mais ativo e pronto para criar algo que ultrapassa limites e que gera resultados extraordinários.

Vale a pena ver o vídeo: Felicidade, flow e psicologia positiva: Helder Kamei at TEDxJardins. https://www.youtube.com/watch?v=DExY6NLzU_E

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/estado-de-flow-o-que-e-isso/106503/

Créditos da imagem:

http://www.onehealthmag.com.br/index.php/voce-500-mais-produtivo/

A era da gestão por propósito

O primeiro passo para atender a este novo modelo de gestão no mercado de trabalho é definir o propósito.

A história do trabalho consiste em uma série de movimentos e rupturas. Atualmente uma nova ruptura começa a se estabelecer, resultado do número crescente de profissionais que atingem o auge corporativo, mas sentem um vazio. Mesmo no emprego dos sonhos, eles se perguntam: para que tudo isso? Gente boa, engajada e capaz é fundamental para ajudar a empresa a crescer. Mas quem são? O que as faz ficar? Nesse contexto de questionamentos entra em cena a Gestão por Propósito.

Para atuar com sucesso com esse modelo

O primeiro passo para atender a este novo modelo de gestão no mercado de trabalho é definir o propósito.  Há casos onde os significados são mais difíceis de se revelar. Se o médico salva vidas e o professor prepara cidadãos, o que faz um pedreiro que constrói uma Catedral? Assenta tijolos? Constrói um prédio? Ou colabora com a fé no mundo?

Compartilhar o propósito é o segundo passo. Nessa fase toda a organização deve ser informada e ter espaço para questionar e contribuir. Até o óbvio precisa ser dito, pois encontrar significado naquilo que parecia inóspito é mobilizador. O terceiro ponto importante é cultivar os propósitos.  Planta que fica sem água padece. Por isso compartilhar histórias e as boas experiências – antigas e novas – colabora para a perenidade desse modelo de gestão inspirador.

Cada projeto, iniciativa ou mudança de rumo precisa ganhar um capítulo específico de discussão de propósito. Faz-se necessário olhar o quanto estes contribuem para o propósito identificado pela organização, mostrando a concepção de unidade. Além da conexão com o macro, existem casos de frentes de trabalho com um significado por si só. Ele também precisa ser compartilhado. Assim cada um sabe da relevância daquilo que realiza, indo além do simples bater meta.

Sem um desempenho positivo, do ponto de vista financeiro, dos clientes, dos processos internos e equipe, inexiste negócio. Entretanto, com um significado maior, profissionais permanecem firmes mesmo nos momentos de crise. Cada um que se identifica com o propósito dá o algo a mais.

Mas, também pode acontecer de alguns não se identificarem com os propósitos compartilhados.  Esses indivíduos, que ficam no meio do caminho, devem ser incentivados a procurar o seu propósito em outro lugar. Passar a existência, ou parte dela, onde nada faz sentido, é desperdício de talento e de energia.

 

*Este artigo é de autoria de Maria Candida Baumer de Azevedo, diretora da consultoria People & Results, e não representa necessariamente a opinião da revista.

Fonte:

http://exame.abril.com.br/negocios/a-era-da-gestao-por-proposito/

Créditos da Imagem:

https://viverdeblog.com/proposito/

Eu X O mundo – Escolha e gestão da carreira

Gerir a carreira está se tornando uma tarefa bastante complexa. O mundo ficou maior, pois temos informações na ponta dos dedos, acessando facilmente o mundo através na internet, o que nos coloca diante de oportunidades e ofertas que não se imaginava algum tempo atrás. O fato do universo ter ficado maior e com muito mais opções não torna a vida, quando se trata de escolha profissional, mais fácil. Afinal, diante de tantas alternativas, a sensação de não ter feito a escolha certa ou de ter que abrir mão de muitas outras possibilidades é realmente bem angustiante.

Por outro lado, a impossibilidade de conhecer melhor tantas carreiras e a falta de incentivos para que os jovens possam conhecer minimamente diversas profissões é grande, e não é raro que acabem por escolher aquelas que tenham maior visibilidade, principalmente através das mídias – impressa, televisiva e principalmente sociais. Muitas vezes o critério de escolha é baseado em fatores externos, na sua maioria em status e remuneração.

Minha preocupação continua, pois os aspectos que apresentei até o momento estão relacionados à percepção do mundo externo que nos cerca, porém o que pode dificultar ainda mais a escolha e a autogestão da carreira é falta de autoconhecimento. Pode parecer uma palavra autoelucidativa, mas se conhecer leva tempo. Há muito pouco espaço e incentivo no meio acadêmico para aprofundar essas questões, que muitas vezes é percebida como menos importante diante das ciências duras. Refletir sobre os próprios valores, o que motiva, agrada, desagrada, entusiasma, entristece; quais são as crenças… Enfim, se reconhecer minimamente facilita a identificação de atividades que tenham maior aderência com quem se é. De certa maneira, boa parte das escolhas que fazemos na vida estão baseadas nos valores e nas crenças que possuímos. Sem ter consciência delas, as escolhas tendem a ser bem frustrantes.

É verdade também que não é possível evitar as frustrações e que viver e experimentar faz parte do processo de aprendizado e amadurecimento pessoal e profissional, mas poderia ser mais incentivada a reflexão sobre as experiências vividas, principalmente pelos mentores desses jovens, sejam eles os pais, professores e até os gestores das empresas.

Por trabalhar com carreiras e ver no dia a dia a importância de um bom mentoring na vida profissional dos alunos, costumo dizer que a sala de aula é um ótimo local para discutir sobre desenvolvimento ou início de carreira.

Mas talvez você se pergunte como engajar o estudante neste assunto. Afinal, teoricamente, ele já optou por uma profissão porque está em um curso técnico ou universitário. É aí mesmo que está a resposta: neste começo de carreira surgem dúvidas, “medos”, desafios e muitas vezes os alunos necessitam de conselhos, exemplos ou até mesmo tirar dúvidas sobre possíveis cargos que têm vontade de exercer.

O professor pode então assumir o papel de estimulador em sala de aula sempre que possível, levando os estudantes a refletirem sobre o mundo que os cerca. É importante fazer links com o mercado de trabalho, expandir o horizonte, mostrar que eles podem ser um de vocês, professores. Além do ponto-chave: compartilhar experiências. Exemplos reais são aqueles em que os alunos podem se identificar e, quem sabe, usá-los como base durante sua jornada profissional, atrelada ao que está cursando ou não.

Afinal, como disse alguns parágrafos acima, o mundo é muito grande e o leque de oportunidades também. Basta os estudantes estarem prontos para encarar os desafios que terão pela frente, utilizando a ajuda que proporcionamos um dia.

Fonte:

https://www.ibm.com/developerworks/community/blogs/05f3523c-417c-426d-8251-9d9b1486a2da/entry/eu_x_o_mundo_%E2%80%93__escolha_e_gestao_da_carreira?lang=en

Créditos da imagem:

http://blog.convenia.com.br/gestao-carreira/

4 erros dos líderes de Game of Thrones que você não deve cometer

Em meio a muitas histórias, reviravoltas, batalhas e mortes chocantes, Game of Thrones tem algumas lições que são valiosas para a administração.

Já com sete temporadas, a série Game of Thrones se encaminha para sua reta final. A série é um fenômeno mundial, exibida em 186 países e territórios, e desde suas primeiras temporadas desperta muitas teorias e análises entre os fãs. Nesses sete anos de exibição, foram muitas histórias, reviravoltas, batalhas e mortes chocantes. Mas em meio a todo esse drama, algumas lições são valiosas para a administração. Confira alguns dos maiores erros de liderança cometidos pelos personagens da série que você nunca deve cometer:

  1. Ignorar a concorrência

Enquanto a Guerra dos Cinco Reis e todas as suas repercussões tomavam conta de Westeros, do outro lado do oceano, Danaerys Targaryen crescia e formava alianças. Aos poucos, foi conquistando os títulos que hoje carrega: Khaleesi dos Dothraki, Mãe dos Dragões, Rainha de Mereen, Quebradora de Correntes… Ninguém deu atenção à herdeira Targaryen até que ela chegasse a Westeros com seus exércitos e dragões. Em um negócio, ignorar ou subestimar a concorrência é um grande problema, já que em pouco tempo, um concorrente distante pode virar competição direta e conquistar os seus clientes.

  1. Esperar que sempre concordem com você

Jon snow, ao abrir as muralhas para os “selvagens”, precisou comprar briga com todo mundo. Ele sabia que era o certo a se fazer, para proteger outros seres humanos e ainda impedir que o exército da noite ficasse ainda maior. Mas ele esperou que apenas sua palavra com o lorde comandante conseguisse convencer as pessoas. Resultado: acabou sendo esfaqueado até a morte por vários de seus companheiros. É claro que Snow não é culpado pelas ações dos colegas, mas sua inabilidade de manter a paz e reconhecer o descontentamento de seu grupo foi uma grande falha. Se você ocupa uma posição de liderança, lembre-se que não pode simplesmente esperar que todos concordem com suas escolhas e sigam os seus comandos sempre.

  1. Foco excessivo

Quando criança, Cersei Lannister escutou uma profecia que dizia que ela seria rainha, mas seu posto seria tomado por outra mais jovem e mais bonita. A ocasião impressionou a garota, que cresceu ambiciosa e desconfiada. Ao assumir o trono como rainha regente, porém, o medo de perder o poder se tornou uma obsessão. O trono de ferro de Porto Real é o único foco da rainha e, com as escolhas que fez para se manter na posição, acabou perdendo seus três filhos. Ela é rainha, mas, por não saber enxergar nada, além disso, está cercada de inimigos. É importante ter foco, mas em qualquer negócio, você não pode perder as perspectivas de todo o resto que está acontecendo. Focar excessivamente em algo pode te deixar preso mentalmente, impossibilitando o crescimento e até contribuindo para o seu fracasso.

  1. Ouvir os outros demais

Escutar aliados e conselheiros é importante, mas é preciso saber também quando confiar nos seus instintos. Danares Tragarem, ao chegar a Westerns, resolveu não usar seus dragões e seguir planos traçados por Trino, e todos acabaram dando errado. Algo que Olenna Tyrell, com seus muitos anos de experiência, já havia alertado que poderia acontecer. A lady disse à rainha: “Eu conheci muitos homens inteligentes e vivi mais que eles. Sabe como? Eu ignorei todos”. Por isso, na hora de administrar um negócio, é necessário estabelecer um equilíbrio, seguir os conselhos dos outros e tomar decisões com base nas suas próprias experiências.

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/4-erros-dos-lideres-de-game-of-thrones-que-voce-nao-deve-cometer/106554/

Créditos da imagem:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/4-erros-dos-lideres-de-game-of-thrones-que-voce-nao-deve-cometer/106554/

Em meio a muitas histórias, reviravoltas, batalhas e mortes chocantes, Game of Thrones tem algumas lições que são valiosas para a administração.

Já com sete temporadas, a série Game of Thrones se encaminha para sua reta final. A série é um fenômeno mundial, exibida em 186 países e territórios, e desde suas primeiras temporadas desperta muitas teorias e análises entre os fãs. Nesses sete anos de exibição, foram muitas histórias, reviravoltas, batalhas e mortes chocantes. Mas em meio a todo esse drama, algumas lições são valiosas para a administração. Confira alguns dos maiores erros de liderança cometidos pelos personagens da série que você nunca deve cometer:

  1. Ignorar a concorrência

Enquanto a Guerra dos Cinco Reis e todas as suas repercussões tomavam conta de Westeros, do outro lado do oceano, Danaerys Targaryen crescia e formava alianças. Aos poucos, foi conquistando os títulos que hoje carrega: Khaleesi dos Dothraki, Mãe dos Dragões, Rainha de Mereen, Quebradora de Correntes… Ninguém deu atenção à herdeira Targaryen até que ela chegasse a Westeros com seus exércitos e dragões. Em um negócio, ignorar ou subestimar a concorrência é um grande problema, já que em pouco tempo, um concorrente distante pode virar competição direta e conquistar os seus clientes.

  1. Esperar que sempre concordem com você

Jon snow, ao abrir as muralhas para os “selvagens”, precisou comprar briga com todo mundo. Ele sabia que era o certo a se fazer, para proteger outros seres humanos e ainda impedir que o exército da noite ficasse ainda maior. Mas ele esperou que apenas sua palavra com o lorde comandante conseguisse convencer as pessoas. Resultado: acabou sendo esfaqueado até a morte por vários de seus companheiros. É claro que Snow não é culpado pelas ações dos colegas, mas sua inabilidade de manter a paz e reconhecer o descontentamento de seu grupo foi uma grande falha. Se você ocupa uma posição de liderança, lembre-se que não pode simplesmente esperar que todos concordem com suas escolhas e sigam os seus comandos sempre.

  1. Foco excessivo

Quando criança, Cersei Lannister escutou uma profecia que dizia que ela seria rainha, mas seu posto seria tomado por outra mais jovem e mais bonita. A ocasião impressionou a garota, que cresceu ambiciosa e desconfiada. Ao assumir o trono como rainha regente, porém, o medo de perder o poder se tornou uma obsessão. O trono de ferro de Porto Real é o único foco da rainha e, com as escolhas que fez para se manter na posição, acabou perdendo seus três filhos. Ela é rainha, mas, por não saber enxergar nada, além disso, está cercada de inimigos. É importante ter foco, mas em qualquer negócio, você não pode perder as perspectivas de todo o resto que está acontecendo. Focar excessivamente em algo pode te deixar preso mentalmente, impossibilitando o crescimento e até contribuindo para o seu fracasso.

 

  1. Ouvir os outros demais

Escutar aliados e conselheiros é importante, mas é preciso saber também quando confiar nos seus instintos. Danares Tragarem, ao chegar a Westerns, resolveu não usar seus dragões e seguir planos traçados por Trino, e todos acabaram dando errado. Algo que Olenna Tyrell, com seus muitos anos de experiência, já havia alertado que poderia acontecer. A lady disse à rainha: “Eu conheci muitos homens inteligentes e vivi mais que eles. Sabe como? Eu ignorei todos”. Por isso, na hora de administrar um negócio, é necessário estabelecer um equilíbrio, seguir os conselhos dos outros e tomar decisões com base nas suas próprias experiências.

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/4-erros-dos-lideres-de-game-of-thrones-que-voce-nao-deve-cometer/106554/

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Como Ajudar os Filhos na Escolha da Profissão

A fase pré-vestibular que antecede o momento da escolha da profissão do filho, costuma gerar nos pais uma certa apreensão no momento em que o filho precisa decidir o rumo de sua carreira. Muitos perdem o sono sem saber direito como agir e ajudar nessa situação tão inusitada na vida dos jovens.

Ser assertivo demais ou manter-se neutro podem ser atitudes igualmente prejudiciais nessa hora. Toda cautela é bem-vinda.

Para os adolescentes é certamente um momento de muito conflito, pois além de enfrentar as transformações desta fase (corporais, psicológicas e sociais), existe a decisão profissional a ser feita.

O atual contexto do mercado de trabalho, das empresas, e da sociedade, dentro de um mundo globalizado, dinâmico e mais competitivo, onde um bom diploma universitário por si só, não garante sucesso profissional, assim como um emprego promissor não assegura o futuro almejado, são fatores que devem ser levados em conta em um momento de escolha profissional.

Dentro deste cenário atual e ainda tendo o jovem, várias opções de cursos, o planejamento da carreira vem adquirindo grande importância, principalmente para os jovens em fase de escolha.

Todo processo de escolha profissional e planejamento da carreira deve necessariamente começar pelo autoconhecimento. Se o jovem não identifica bem seus interesses, motivações, valores, objetivos, suas potencialidades e limitações, não conseguirá fazer uma escolha profissional favorável.

Ajudar o jovem a identificar suas habilidades naturais, interesses, estimular a reflexão, são iniciativas importantes dos pais para estimular o autoconhecimento, bem como incentivar o jovem a buscar informações sobre as profissões e sobre o mercado de trabalho. Mas, é importante eles estarem atentos para o fato de que os filhos precisam se esforçar nessa missão. Eles devem apenas orientar e os jovens é que deverão ir à luta, pois o mercado de trabalho cobrará deles no futuro características de iniciativa e atitude.

De pai para filho:

Dicas de como se comportar no momento da escolha profissional dos filhos

  • Estimule a reflexão e a busca do autoconhecimento;
  • Procure não colocar sua expectativa de sucesso em cima dele;
  • Habilite-se para ouvir as angústias e interesses dele, que podem ser muito diferentes do seu neste momento;
  • Ajude o jovem a sair em busca de informações da profissão que escolheu no mercado, nas faculdades, mas não faça o serviço por ele, deixe que ele se esforce e apenas oriente;
  • Mantenha sempre aberto o diálogo. Esteja mais próximo e disponível possível;
  • Cuidado para não influenciar seu filho a abraçar uma profissão que você gostaria de ter seguido;
  • Certifique-se que ele fez de tudo para escolher o que realmente quer;
  • Esteja atento para que a escolha não esteja baseada apenas no prestígio e/ou retorno financeiro. A questão financeira é importante, mas é preciso levar em conta também outros valores; ele deve escolher algo que lhe proporcionará satisfação e realização profissional;
  • Se perceber que seu filho está com dificuldade para a escolha, o que é normal no contexto atual do mercado de trabalho indique o processo de orientação profissional para ajudá-lo.

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-ajudar-os-filhos-na-escolha-da-profissao/25082/

Créditos da imagem:

https://www.erasto.com.br/noticias/conheca-os-5-erros-que-os-pais-cometem-na-hora-de-ajudar-seus-filhos-na-escolha-profissional

 

Pais levam faixa com frase inusitada à formatura da filha

Maysa Ferreira, de Palmas (TO), publicou a foto da faixa em seu Facebook e se surpreendeu com a repercussão.

A jovem Maysa Ferreira, de Palmas (TO), se graduou em jornalismo e sua colação de grau ocorreu no último sábado 19, onde contou com o carinho de amigos, familiares e… uma ‘homenagem’ bastante divertida dos pais, que levaram uma faixa com os dizeres “não era o que nós queríamos, mas formou”.

Ela publicou a foto da faixa em seu Facebook e se surpreendeu com a repercussão. Ao E+ (Estadão), Maysa contou que já esperava uma faixa bem-humorada dos pais, mas não sabia qual seria a frase.

“Eu soube desde o ano passado, quando eles levaram a faixa ‘não fez mais que sua obrigação’ para minha irmã que se formou em nutrição. Eles me avisaram na época que eu teria faixa também”, disse.

Mas ela conta que a brincadeira tem um “fundinho de verdade”, já que os pais queriam que ela tivesse cursado direito.

“Disseram que o curso não tinha nada a ver comigo, que eu tenho o perfil da área jurídica. Mas eu sei que eles me apoiam e hoje reconhecem a profissão que escolhi, se orgulham sim da filha jornalista”, contou Maysa, que cursou jornalismo na Universidade Federal do Tocantins.

Formada, Maysa conta que está orgulhosa da escolha e que não se imagina fazendo outra coisa.

“O sonho é jornalismo de moda, quero fazer uma especialização na área. Mas, enquanto isso, quero ir trabalhando no jornalismo, em redação ou assessoria, na oportunidade que surgir”, comenta.

É comum a interferência dos pais em muitas escolhas profissionais. Mas nem sempre a escolha dos nossos pais é o que queremos seguir.  Mas você sabia que é possível fazer esta escolha de maneira mais tranquila e autônoma?

Meu nome é Jennyfer Gonçalves, e auxilio pessoas no processo de escolha profissional.

Fonte:

http://exame.abril.com.br/carreira/pais-levam-faixa-com-frase-inusitada-a-formatura-da-filha/

Créditos da imagem:

http://exame.abril.com.br/carreira/pais-levam-faixa-com-frase-inusitada-a-formatura-da-filha/