Leituras interessantes

Por que a maternidade está se tornando um incentivo ao empreendedorismo feminino?

A possibilidade de prosperar financeiramente ao mesmo tempo em que se mantêm próximas de seus filhos têm se tornado atraente para muitas mulheres

O empreendedorismo está se estabelecendo como tendência para um número cada vez maior de mães e a razão disso não podia ser outra: a possibilidade de prosperar financeiramente ao mesmo tempo em que se mantêm próximas dos filhos. Segundo pesquisa feita pela Rede Mulher Empreendedora (RME), uma plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, 75% das mulheres empreendedoras no Brasil criaram seus próprios negócios após se tornarem mães. Além disso, de cada 100 empresas abertas no país, 52 são administradas por mulheres.

A tarefa, assim como a de todo empreendedor, não é fácil. É necessária uma busca contínua pela boa administração do tempo ao lado de firme determinação pelo sucesso. “Empreendedores têm uma essência mais inquieta e esse ponto forte é, sem dúvida, um motor capaz de fazer a engrenagem funcionar – mesmo com um bebê no colo”, conta a mãe empreendedora Talita Scotto, de São Paulo, em artigo recentemente publicado sobre o tema.

O fato de poderem estar mais próximas dos filhos, faz com que o esforço de empreender tenha muito valor para essas mulheres. Principalmente porque é na infância que a criança forma seu caráter e personalidade, e é onde a compreensão de regras e valores acontece. Para ajudar essas mães, há inclusive espaços que estão se especializando em atender esse tipo de público, criando ambientes profissionais onde mães e filhos possam ficar lado a lado. Um deles é o Hug Spot, em São Paulo, que criou um espaço compartilhado e integrado, que atende crianças de 6 meses a 4 anos de idade.

Inflexibilidade corporativa abre espaço ao empreendedorismo

Mas, diferentemente do que é oferecido neste coworking e em algumas empresas, nem todo lugar está preparado a receber mulheres que se tornaram mães. A legislação atual, apesar de alguns avanços na licença maternidade, ainda não é a melhor para atender ao necessário novo arranjo familiar que começa com a chegada de um filho.  Por isso, não é raro ver crianças que sequer completaram um ano indo para creches e ficando por lá inclusive em período integral. Essa falta de sensibilidade e flexibilidade do mundo corporativo acaba sendo outro motivador para que elas procurem o empreendedorismo.

Mãe de duas meninas pequenas, a jornalista e fotógrafa curitibana Vanessa Malschitzky Grahl, conta que hoje tem muito mais tranquilidade para atender as filhas. Quando a mais velha, Manuella, nasceu, ela trabalhava em empresas de assessoria de imprensa. Hoje ela tem sua própria empresa de fotografia e a dirige ao lado de sua pequena Heloísa. A diferença que vê no desenvolvimento dela, que é sua filha mais nova, a faz pensar no que perdeu do tempo em que Manuella era bebê. “Estou tendo tempo de ver cada descoberta da Heloisa, cada progresso e cada novo passinho. Isso não tem preço”, diz.

A rotina não é das mais fáceis, conta ela. Pela manhã, Vanessa dá conta do cuidado com as duas filhas até que a Manuella vá para a escola. Durante a tarde, quando apenas Heloísa está em casa, o trabalho ainda é grande. É quando elas vão para a cama, à noite, que ela põe em ordem o trabalho. “Muitas vezes vou dormir as 5h/6h da manhã e muitas outras eu acordo neste horário para trabalhar”, conta. Mas apesar disso, o fato de estar mais perto das filhas, para ela, é recompensador. “Hoje priorizo o que de fato importa e o que me engrandece: minhas filhas”, comenta.

Oportunidade com a maternidade

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Há ainda quem veja na chegada da maternidade um nicho para desenvolver um novo negócio. É o caso de Paola Preusse, que criou o blog Maternidade Colorida, para compartilhar tudo o que estava vivendo na nova fase da vida. Formada em nutrição, ela percebeu que poderia unir a maternidade e sua profissão em um único universo. Com o sucesso de suas publicações, o empreendedorismo lhe apareceu com a criação de uma loja virtual.

O intuito do espaço é oferecer aos pais opções de comidas saudáveis e atraentes para os filhos, mostrando que é possível oferecer uma alimentação nutritiva às crianças, mesmo com a correria do dia a dia. “A rotina familiar, o alto custo dos alimentos e até a falta de prática dos pais, na cozinha, tem impossibilitado a oferta de opções boas que agradem ao paladar infantil”, conta Paola. Por isso, na loja virtual ela vende cestas com produtos frescos e que possam atender às famílias da melhor maneira possível. Além disso, nas redes sociais ela auxilia os pais na melhor maneira de conservar e preparar os alimentos.

Fonte:https://www.semprefamilia.com.br/por-que-a-maternidade-esta-se-tornando-um-incentivo-ao-empreendedorismo-feminino/

A dupla jornada de trabalho: mães esgotadas com Síndrome de Burnout

A mãe perfeita não chora, não se desespera, não perde a sanidade e, acima de tudo… não existe.

Certa vez li uma frase que vem a calhar: “A mãe perfeita não chora, não se desespera, não perde a sanidade e, acima de tudo, não existe”. No entanto, às vezes exigem muito de si, porque querem ser mães perfeitas. Como resultado, acabam exaustas, física e mentalmente, por isso não é surpresa constatar que algumas sofrem a síndrome de burnout.

O que é a Síndrome de Burnout?

Síndrome de Burnout é uma resposta do corpo quando ele foi é submetido a um estresse prolongado e intenso, tanto física quanto emocionalmente. Este é um problema comum para os profissionais que trabalham em contato direto com pessoas em situações de alto estresse, como médicos e enfermeiras.

Na verdade, está síndrome foi descrita pela primeira vez no final dos anos 60 para se referir ao desgaste sofrido por policiais. Psicólogos, assistentes sociais e operadores de telemarketing são algumas das profissões mais expostas a este problema.

O principal problema é que a síndrome de burnout provoca uma série de sintomas que são facilmente confundidos com os de outras doenças. Na verdade, ele provoca sintomas psicossomáticos, como dores de cabeça recorrentes, insônia, fadiga severa e dificuldades gastrointestinais. Ele também é acompanhado de alguns sintomas emocionais, como ansiedade, depressão, irritabilidade e distanciamento afetivo.

Além disso, as pessoas com síndrome de burnout se sentem oprimidas e cansadas. Na verdade, muitas vezes elas experimentam sensações intensas de desamparo e desespero desde a hora em que acordam. Em última análise, se este problema não for tratado, vai acabar levando o doente a sofrer de anedonia; ou seja, você perde a capacidade de sentir prazer.

Por que as mães sofrem da Síndrome de Burnout?

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Ser mãe é um trabalho em tempo integral, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A isto se acrescenta que muitas mulheres também trabalham e realizam a maior parte das tarefas domésticas. Em muitas ocasiões, assim que acabam de limpar a casa e colocar tudo em ordem, descobrem que já está tudo sujo e bagunçado novamente, o que cria um intenso sentimento de frustração e impotência que as faz questionar o sentido e o valor do que elas estão fazendo.

Este problema ganhou ainda mais força nos últimos tempos, como muitas mulheres também sentem a necessidade de serem mães perfeitas, acompanhar os seus filhos nas atividades extracurriculares e, com esse esforço extra, evitar todos os tipos de problemas. Este estilo de parentalidade, chamado de hiperpaternidade, acelera ainda mais o processo de exaustão e aumenta o estresse. Na verdade, tudo leva a crer que as mães superprotetoras correm maior risco de desenvolver distúrbios emocionais, como depressão.

Além disso, a síndrome de burnout se alimenta da sensação de falta de controle compartilhada por muitas mães. Elas gostariam de proteger seus filhos, mas se percebem muitas vezes inseridas em situações de impotência. Essa sensação de incerteza e imprevisibilidade acaba sendo muito desgastante do ponto de vista emocional.

Como evitar este problema?

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– Aprenda a priorizar as tarefas realmente importantes. Se no final do dia não tiver feito tudo o que você tinha planejado em sua agenda, não se preocupe.

– Reserve algumas horas apenas para você. Com crianças, é difícil encontrar tempo para você, mas se não se esforçar, será sempre relegada a segundo plano em sua própria vida. Portanto, não se esqueça de reservar algumas horas para relaxar. Você pode se dedicar ao que você mais deseja, como assistir a um bom filme, ler, comer com os amigos ou tomar um banho relaxante.

– Peça ajuda. Não há nada errado em se apoiar nas pessoas mais próximas, como seu parceiro, pais ou amigos. Na verdade, se você espalhar as tarefas domésticas mais equitativamente, terá mais tempo para si mesma, você vai estar mais relaxada e vai melhorar o relacionamento com sua família.

– Adotar um estilo de vida mais saudável, faz uma baita diferença. O estresse não é apenas um problema emocional, mas também é determinado pelo seu estilo de vida. Uma dieta saudável, prática de atividade física e o aprendizado de técnicas de relaxamento irá ajudá-la a evitar o stress.

 

(Texto originalmente publicado no site Etapa Infantil, traduzido e adaptado pela equipe da Revista Pazes)

3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho

Embora a paralisia da perfeição seja algo com que muitas pessoas lidem em todas as fases de suas carreiras, as mães com trabalho remunerado podem se ver ainda mais afetadas, já que lidam com o perfeccionismo profissional e na figura materna…

A maioria das mães, já teve esse sentimento: sem saber exatamente o que fazer, em seguida se deparam assustadas. Sofrem de paralisia da perfeição, presas a um ciclo aparentemente interminável.

A perfeição é tão ofuscante que faz com que até mesmo os indivíduos mais ambiciosos e trabalhadores fiquem congelados de medo. Esse medo de não ser, fazer ou se sentir bem o suficiente acaba por cobrar um preço, na maioria das vezes, muito mais alto para as mulheres do que para os homens. Pense na maternidade: podemos todas nos resignar a uma vida de infinita frustração.

Embora a paralisia da perfeição seja algo com que muitas pessoas lidem em todas as fases de suas carreiras, as mães com trabalho remunerado podem se ver ainda mais afetadas, já que lidam com o perfeccionismo profissional e na figura materna. Há uma ideia de que, para ser um bom funcionário, você tem de estar acessível 24 horas por dia e ser capaz de viajar ou alterar planos a qualquer momento. E, para ser uma boa mãe, você deve estar disponível para seus filhos 24 horas por dia, 7 dias por semana, e lidar graciosamente com a multiplicidade de solicitações, tarefas e necessidades dos pequenos, enquanto ainda cantarola canções de ninar e assa um bolo.

As mães que trabalham têm de arranjar uma saída de seus próprios jeitos. De alguma forma, as mulheres são criadas para serem todas as coisas para todas as pessoas em todos os momentos. Dada a nossa inclinação para nutrir e estar a serviço dos outros, não é surpresa que a maioria das mulheres aproveite a função multitarefa e esteja no topo. O que acontece com demasiada frequência é que elas continuam a elevar o nível e exigem o melhor de si sempre. Antes de sabermos, a perfeição é o objetivo, e alcançá-lo é impossível.

Segundo as autoras Joan C. Williams e Rachel Dempsey, mães que trabalham fora são atormentadas pela síndrome Prove-It-Again no escritório. Em suas pesquisas, elas descobriram que profissionais que são mães são repetidamente forçadas a provar seu valor e competência aos seus colegas e empregadores. Essa síndrome é mais aparente quando as mulheres retornam ao trabalho após a licença-maternidade. Elas continuam a lutar pelo perfeccionismo e temem desapontar as pessoas ao seu redor. Infelizmente, a pressão de ser mãe e funcionária perfeita aumenta durante esse período crucial e, eventualmente, leva ao esgotamento.

A perfeição é uma sugadora de tempo. Não há horas suficientes no dia para ser perfeita, e errar é humano. Quanto mais aceitarmos esse fato, mais saudáveis ​​e felizes serão nossas vidas.

Ser perfeita também não deve ser usado como um distintivo de honra. A única batalha que você está ganhando é aquela que está a prendendo. A perfeição é a busca fútil de um objetivo inatingível. Repita comigo: perfeição é a busca fútil de um objetivo inatingível. Se você almeja a perfeição, você falhou antes mesmo de começar. Você se deve mais do que isso.

Veja abaixo, 3 maneiras de diminuir o desejo de perfeição e ampliar sua eficiência em casa e no escritório:

#1 LIBERTE-SE

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Desistir da noção de perfeccionismo e encontrar maneiras de ser bem-sucedida em seus próprios termos é a chave para se sentir confiante em suas decisões. As redes sociais projetam um sentido alterado e um tanto falso da realidade de outra pessoa. Ainda que alguns momentos profissionais e pessoais da vida exijam um desempenho excepcional, isso não equivale à perfeição. Ser boa é ser boa o suficiente. E como Sheryl Sandberg, COO do Facebook, insiste em dizer: “Feito é melhor que perfeito”.

#2 AVALIE SE VALE A PENA

3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho #2 Avalie se vale a pena

Considere o retorno que você terá em relação ao tempo gasto no trabalho. É o que se chama R.O.T. (Return on Time, ou Retorno pelo Tempo Gasto, em tradução livre). Passar horas para ajustar um projeto realmente valerá a pena? Ou ele já está “bom o suficiente?” Frequentemente, precisamos socializar nosso trabalho, interagir com os outros e depois incorporar o feedback antes de o finalizar. Monitorar seu R.O.T. é especialmente útil na hora de se planejar. E isso poderá tirá-la do escritório a tempo de dizer “boa noite” ou passear com seus filhos.

#3 PRIORIZE SUAS TAREFAS

3 dicas para mães se livrarem da perfeição no trabalho #3 PRIORIZE SUAS TAREFAS (1)

Funcionárias mães são multitarefas fenomenais. O movimento é sem esforço de uma tarefa para outra. Concentram atenção no dever em mãos e aproveitam ao máximo as restrições de tempo. Se você sabe que tem de pegar seu filho na creche às 17h30, isso a obriga a estruturar o dia de acordo com esse compromisso e a não perder tempo.

 

Fonte:https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/08/3-dicas-para-maes-se-livrarem-da-perfeicao-no-trabalho/

Não estou feliz no meu trabalho, e agora?

A questão é que você tem 3 caminhos a escolher:

CONTINUAR infeliz fazendo o que faz;

CONTINUAR fazendo o que faz, mas MUDANDO O PORQUÊ FAZ E COMO FAZ (COM UM SIGNIFICADO E VALOR diferente);

OU

MUDAR para outro trabalho que possa ser mais feliz.

“A única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou, continue procurando” – Steve Jobs

Na enquete que publiquei recentemente, pude confirmar o que já venho escutando e constatando com o meu trabalho, o quanto as pessoas estão insatisfeitas com o trabalho atual.

E o que fazer diante desta insatisfação? Qual seria o melhor conselho?

Com certeza todos nós passamos por momentos bons e ruins ao longo da vida, tanto na vida pessoal como na profissional, e sei muito bem como é difícil aceitar e lidar com os momentos difíceis. Mas o fato é que, além de fazerem parte da vida de todos seres humanos, eles têm por trás um MOTIVO, uma LIÇÃO e uma UTILIDADE.

É preciso ver que seu TRABALHO e todos os trabalhos dão trabalho; às vezes, muito trabalho. Lembre-se de que a palavra NEGÓCIO vem de “negação do ócio”, ou seja, esforço.

Mas a questão é maior do que o esforço e o estresse que o trabalho dá.

A questão é que você tem 3 caminhos a escolher:

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CONTINUAR infeliz fazendo o que faz;

CONTINUAR fazendo o que faz, mas MUDANDO O PORQUÊ FAZ E COMO FAZ (COM UM SIGNIFICADO E VALOR diferente);

MUDAR para outro trabalho que possa ser mais feliz.

A primeira opção é continuar infeliz, mas vai ser uma opção longa e triste. Claro que com isto você pode se tornar uma pessoa medíocre e infeliz, ou com o tempo a dor vai levá-la a uma das outras duas alternativas, depois de um tempo menor ou maior.

Na segunda opção você permanece no emprego, nem que seja durante o tempo de preparação para seguir para a terceira opção, mas vai mudar a sua forma de perceber e viver o trabalho. Precisará passar a “perceber o valor do que faz” e para “quem este valor é importante”, para que assim possa sentir que seu esforço tem valor e utilidade. Desta forma verá que seu trabalho se torna significativo e você fica mais feliz e produtivo.

Mesmo que você pense em ir para a terceira opção diretamente, aconselho a mudar a forma de perceber o seu trabalho, para evitar que você venha a repetir o mesmo processo no próximo emprego. Digo isso porque as pessoas repetem e repetem enquanto não aprenderem algumas lições e fizerem algumas mudanças necessárias em si mesmas.

Reflita sobre isto e responda:

– O que preciso aprender neste trabalho? O que este trabalho atual está me incomodando, ensinando, transformando? Que lições eu preciso aprender aqui?

– O que preciso mudar em mim mesma?

– Como vou fazer para criar estas mudanças positivas em mim e na minha vida?

A terceira opção pode ser interessante nos casos que você realmente não está feliz por não ter nada a ver com seus talentos, necessidades e objetivos. Também é necessária nos casos em que estamos trabalhando em uma empresa que não valoriza seus profissionais, um chefe que é insuportável ou onde não exista possibilidades de crescimento.

Neste caso, aconselho que antes de sair, faça os questionamentos apresentados na segunda opção pois é um importante passo para sua mudança pessoal e profissional, que evitará repetir padrões negativos. Depois, faça a sua parte no sentido de ficar atento às novas possibilidades, mantendo contato com outras pessoas e empresas, assim como aberto a outras possibilidades de trabalho e atividades, até que possa tomar a sua decisão.

Fonte Texto: https://osegredo.com.br/nao-estou-feliz-no-meu-trabalho-e-agora/

Fonte Imagem: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Enxuga-Ai/noticia/2017/08/gestao-desafiadora-gera-satisfacao-no-trabalho.html

Fonte Imagem: http://www.rlovato.com.br/2012/03/07/caminhos-por-lucia-helena-costa/

3 maneiras de apoiar as mulheres no local de trabalho

As mulheres são sub representadas em todos os níveis do mundo corporativo, embora constituam mais…

Quando unidas por uma causa comum, as mulheres podem mudar o mundo

As mulheres são sub representadas em todos os níveis do mundo corporativo, embora constituam mais da metade dos estudantes universitários atualmente. Uma mudança significativa ainda é necessária. Já houve progresso, porém, incrivelmente lento.

Observe a questão das remunerações. Um recente estudo da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos constatou que, em 2017, as mulheres que trabalhavam em tempo integral só recebiam 82% dos salários de seus colegas do sexo masculino. A lacuna é ainda pior se você for negra. Se a diminuição na diferença salarial continuar no mesmo ritmo, apenas em 2059 haverá equidade nos ganhos.

Menos de 5% dos CEOs presentes na Fortune 500 são mulheres. Por mais que elas entrem no mercado de trabalho de modo igual aos homens, quanto mais alto o cargo corporativo, menor a sua presença.

Essas desigualdades não são novidade para muitos líderes, especialmente mulheres, já que as diferenças de gênero no local de trabalho são amplamente discutidas. Mas a questão permanece: o que podemos fazer? Acredito que educar a nós mesmos e aos outros é um bom começo.

A realidade é que, nos EUA, por exemplo, quando se trata de posições de liderança, muitos dizem acreditar que mulheres são mantidas em um padrão mais elevado do que os homens. Alguns chegam a citar “responsabilidades familiares” como um obstáculo no caminho da liderança feminina. Uma linguagem negativa é frequentemente utilizada para descrever funcionárias em avaliações de desempenho e, a maioria das pessoas, quando convidada a imaginar um líder, imagina um homem. Na minha opinião, crenças como essas são responsáveis por desacelerar a igualdade de gênero.

É importante notar que nem sempre são os homens que pensam assim. Os preconceitos inconscientes podem afetar a todos nós. Então, como podemos mudar isso?

Com algumas mudanças simples, porém persistentes, acredito que podemos causar impacto na desigualdade de gênero. É hora de todas as mulheres se apoiarem mutuamente em sucessos e serem intencionais sobre reconhecimento e a alteração de preconceitos próprios e alheios. Nosso talento é necessário. Quando unidas por uma causa comum, as mulheres podem mudar o mundo. Não foi simplesmente dado o direito de votar, possuir propriedade ou ter educação universitária. Foi, desde sempre, uma grande luta e, eventualmente, uma vitória. Podemos melhorar o local de trabalho da mesma forma.

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Veja abaixo, 3 maneiras de apoiar as mulheres no local de trabalho:

Defenda o sucesso de outras mulheres

Se acreditamos que o sucesso de uma mulher é uma vitória para todas as outras, podemos nos apoiar. Se você quer saber como uma mulher alcançou o sucesso, pergunte a ela. Acredito que podemos desenvolver nossas próprias habilidades, ao olhar para os outros que estão em posições que queremos alcançar.

Outras maneiras pelas quais podemos defender o sucesso de uma mulher incluem reconhecer publicamente uma colega em reuniões e chamar ou interromper alguém que diz algo humilhante para outra mulher. As redes sociais são excelentes meios para destacar nossos sucessos, seja de alguém que você conhece, seja ao compartilhar um artigo que fala sobre os triunfos de uma mulher. Seja da equipe que torce por vitórias femininas.

Observe seus próprios preconceitos

Muitos desconhecem seus preconceitos de gênero. O primeiro passo é olhar para as áreas que podem instigar esses vieses. Por exemplo, você categoriza características de liderança como masculinas ou classifica mulheres poderosas e sinceras como agressivas? Se sim, esta é a sua oportunidade de examinar e interromper essa parcialidade. Se observar este comportamento nos outros, diga algo, de maneira não ameaçadora. Por exemplo: “Eu também via isso como algo agressivo, mas depois percebi que esse mesmo comportamento, vindo de um homem, seria colocado como traço de um grande líder. Eu reconheci o preconceito de gênero. Você também?”

Fale, seja ouvida e contribua

Como líder feminina, é bem provável que, em algum momento de sua carreira, você tenha sido interrompida por um colega do sexo masculino. Embora o viés demonstrado dessa forma não seja algo que possa ser necessariamente controlado, acredito que há algumas maneiras de conseguir que a escutem. Quando estiver em uma reunião, faça-se ser ouvida. Se você contribuir com uma ideia e ela não for reconhecida, mas outra pessoa a repetir e for validada, dirija-se a ele ou ela e diga algo que deixe claro que o conceito era originalmente seu, como: “Obrigada por reforçar minha ideia”. Em outras palavras, certifique-se de receber o crédito apropriado.

Fonte:

https://forbes.uol.com.br/carreira/2019/03/3-maneiras-de-apoiar-as-mulheres-no-local-de-trabalho/

Como ser mãe pode torná-la uma profissional melhor

No entanto, todo mundo sabe que a maternidade vem acompanhada de inúmeros desafios – alguns deles sentidos no mercado de trabalho. “Existe um preconceito de que a mulher vai dar despesa e atrapalhar a empresa”

Quando os assuntos são maternidade e carreira, talvez a abordagem mais frequente consista em destacar a dificuldade de conciliar os dois papéis. Esses obstáculos, sem dúvida, existem. Porém, é cada vez menos raro ouvir relatos de mulheres que dominaram o processo e se tornaram ótimas profissionais apesar de serem mães – ou, talvez, justamente por isso.

A psicóloga Elizabeth Monteiro e a coach de maternidade Roselake Leiros são unânimes quanto a isso. “Filho não impede ninguém de chegar onde quer”, pontua a primeira. “É possível conciliar, mas a mulher precisa se questionar se realmente quer ser mãe e, caso a resposta seja positiva, preparar-se para isso, para que seja uma tarefa prazerosa e mais fácil de colocar em prática”, explica Roselake. “As pessoas se preparam muito para ser boas profissionais, passam anos investindo na formação, mas não se preparam para ser boas mães.”

No entanto, todo mundo sabe que a maternidade vem acompanhada de inúmeros desafios – alguns deles sentidos no mercado de trabalho. “Existe um preconceito de que a mulher vai dar despesa e atrapalhar a empresa”, relata Elizabeth. “É uma pena, mas ainda há muito preconceito. E não só nos cargos mais baixos ou operacionais – mesmo em posições de alto escalão vemos isso acontecer”, completa Roselake.

Porém, a relutância em apostar em profissionais mulheres e mães não é unânime. “Quando a profissional é competente e apresenta um currículo bom, isso fica em segundo lugar. Para ser admitida realmente existe uma política mais difícil para a mulher, mas é claro que, se ela apresentar um bom CV e fizer uma boa entrevista, o fato de ser mulher fica em segundo lugar e predomina a profissional”, diz Elizabeth. “Já existem muitas empresas que se preocupam apenas com a entrega e a qualidade do trabalho, que não querem nem saber se ele está sendo feito por um homem ou uma mulher, se é casado ou tem filhos. Querem apenas ver a coisa acontecer”, diz Roselake, que completa notando que tal política é positiva tanto para as profissionais quanto para as empresas, pois é bem provável que essa mulher se desdobre para entregar um bom resultado. “Quando alguém é reconhecido e respeitado, também reconhece e respeita, então entrega muito mais.”

Porém, os desafios não são todos impostos pelo mercado. As próprias mulheres tendem a criar barreiras e dificuldades na hora de conciliar as duas tarefas. O primeiro desses desafios talvez seja o de saber priorizar. “Tem momentos em que a família e o filho são prioridades. Então, é preciso assumi-los sem culpa”, explica Elizabeth. “Uma mãe culpada não consegue nem criar o filho e nem trabalhar.” Roselake completa: “Um grande desafio é o interno, de conciliar tudo e aceitar. Ser forte e flexível o suficiente para isso”

Também é fundamental aprender a separar as duas coisas. “A hora em que estiver no trabalho, tem de realmente estar lá. Quando for embora, não pode levar trabalho para casa, pois trabalhar e estar com a família ao mesmo tempo não dá certo. Home office também é difícil, só dá certo se a mulher for muito disciplinada”, explica Elizabeth.

O que pouco se diz, no entanto, é que, ao se tornar mãe, a mulher adquire novas habilidades e aprimora muitas das que já tinha. Se bem utilizadas, essas capacidades têm o poder de melhorar o desempenho das profissionais.

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Veja abaixo, 8 habilidades adquiridas na maternidade para aplicar no trabalho:

Pensamento rápido

Uma mãe é obrigada a ter rapidez de raciocínio. “Na hora em que o filho está chorando, o feijão queimando e tem alguma coisa do trabalho no computador que você não salvou, é preciso pensar rápido”, exemplifica Elizabeth Monteiro. “Uma mãe pensa buscando soluções práticas, rápidas e efetivas, porque não pode errar. A tomada de decisão tem de ser realmente ágil”, completa Roselake Leiros.

Criatividade

A maternidade ajuda a mulher a ser criativa e, cada vez mais, a inteligência e a criatividade estão intimamente ligadas. “Uma mãe tem de ser criativa para buscar soluções, por exemplo, para fazer o filho parar de chorar”, aponta Elizabeth. E essa é uma competência exigida tanto no trabalho quanto na vida familiar.

Proatividade

Ter um filho significa não ter tempo para pensar. Por isso, as mães se tornam pessoas proativas. “Em vez de ficar duas horas mandando o filho sair da janela, a mãe vai lá e tira a criança da janela. Isso a leva a ser uma pessoa mais ativa, a tomar decisões, ser segura”, explica Elizabeth.

Imposição de regras

Para educar um filho é preciso impor regras e, mais do que isso, saber cobrar. Na vida profissional, uma líder também tem de saber estabelecer normas e cobrar seu cumprimento.

Organização

Uma mãe tem de olhar para tudo. Não importa quantas coisas ela precise fazer, “ela tem de se virar, tem de dar tempo e tem de dar certo. Para que isso aconteça, ela tem de saber olhar para tudo”, explica Roselake. Isso, sem dúvida, é muito útil no trabalho. “Imagine uma mãe que tem que arrumar as crianças, arrumar a casa, levar para a escola e ir para o trabalho… Ela acaba ficando muito boa em organizar tudo.”

Definição de prioridades

Assim como qualquer profissional, uma mãe precisa perceber as prioridades, pois ela sempre terá diversas tarefas para executar ao mesmo tempo. “Ao elencar o que é mais urgente, ela vai chegar ao fim com menos tempo e mais qualidade”, explica Roselake.

Equilíbrio

Na rotina de uma mãe, segundo Roselake, “não dá tempo de sentar e chorar. Tem que erguer a cabeça e resolver”. Com isso, uma mulher com filhos passa a ter muito mais equilíbrio e força emocional, de forma que se mantém calma diante de pressões.

Motivação

Talvez um dos principais legados da maternidade, para a mulher, seja a motivação que vem dos filhos. “Ela sai da zona de conforto. Procura um emprego melhor, uma casa maior”, diz Elizabeth. “As mães, além de quererem proporcionar o melhor para seus filhos, almejam ser exemplos para eles. Eles se tornam aquilo que as move e as faz mais forte. Fazem com que elas tenham vontade de crescer, de se desenvolver e de ser admirada”, completa Roselake.

Fonte:

https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/05/como-ser-mae-pode-torna-la-uma-profissional-melhor/

Fonte da imagem:

http://ninguemcrescesozinho.com.br/2018/04/23/licenca-maternidade-e-volta-ao-trabalho-o-bebe-nao-pode-ser-tudo-para-a-mae/

https://catfly.com.br/play/quais-sao-suas-habilidades-femininas-mais-fortes-em-voce/

 

3 dicas para usar o sexismo a seu favor no trabalho

As questões de preconceito e desigualdade de gênero que muitas pessoas…

Única mulher na mesa, a jogadora de pôquer profissional Annie Duke ganhou US$ 2 milhões na primeira World Series of Poker: Torneio dos Campeões.

Em uma entrevista para a “NPR”, Annie compartilhou suas impressões sobre seus oponentes e contou como as utiliza em vantagem própria. “Se alguém investiu emocionalmente no fato de eu ser uma mulher, provavelmente não tomará boas decisões na mesa contra mim”, afirmou. Ela tratou o sexismo como parte do jogo, uma forma eficaz de agir, somado a meios de prever o comportamento de seus oponentes.

Embora seja algo emocionalmente desgastante, ela compartimentou e perguntou a si mesma: “Como posso criar a melhor estratégia para ganhar dinheiro? No final, essa não seria a melhor vingança?”. Se ela identificasse, por exemplo, um jogador como “machista desrespeitoso”, ela sabia que, muito provavelmente, teria sucesso ao blefar, já que ele não levaria em conta a capacidade das mulheres de serem criativas.

Annie demonstra várias maneiras pelas quais as mulheres podem usar os estereótipos de gênero em seu benefício. Fora do mundo do poker, as mulheres muitas vezes enxergam consequências negativas quando negociam por si mesmas. No entanto, pesquisas demonstram que quando usam qualidades que são consideradas tipicamente femininas, como ouvir, colaborar e mostrar empatia, elas podem evitar os efeitos negativos do viés sexista.

Além de serem estratégias excepcionais de negociação para qualquer um, essas qualidades não entram em conflito com o modo como as pessoas acham que as mulheres “devem” se comportar. De modo efetivo, você pode usar essas qualidades estereotipadas como femininas de maneira muito parecida com a de Annie.

Veja abaixo, 3 ferramentas eficazes para fazer exatamente isso em sua vida profissional:

 

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  1. Ouça com atenção

Ser um bom ouvinte é um grande trunfo nas negociações, mas é preciso ter atenção e calma quando estamos nervosos, assim conseguimos sintonizar melhor as palavras do outro. Quando nos concentramos demais no que pretendemos dizer ou em causar uma boa impressão, esquecemos de ouvir.

Os psicólogos chamam isso de “efeito next-in-line”. Sabemos que depois que a outra pessoa parar de falar, é esperado que digamos alguma coisa. Podemos estar tão focados no que vamos dizer a seguir que não consideramos o que a outra pessoa está dizendo. Isso pode nos fazer perder a perspectiva.

E esse é o tipo de coisa que acontece o tempo todo em uma negociação. Ao prestar muita atenção, você pode obter informações importantes ou ser capaz de entender o que não está sendo dito.

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  1. Enquadre suas perspectivas nos interesses da outra parte

Essa estratégia é duplamente eficiente porque espera-se que as mulheres se preocupem com os benefícios do grupo, e é mais provável que as outras pessoas digam sim às coisas que o beneficiem.

Digamos que você queira trabalhar de casa ocasionalmente. E que você precise fazer um relatório mensal que exige uma redação detalhada. Uma forma de enquadrar este pedido é dizer algo como: “Quero melhorar os relatórios mensais e tenho uma ideia de como fazer isso. São tantos os detalhes exigidos que seria inestimável dedicar tempo fora do escritório para melhorar a concentração. Eu gostaria de dedicar duas sextas-feiras por mês para escrevê-las em casa. Pode ser?”.

Ao oferecer ao seu supervisor uma solução que beneficia a organização, é mais provável que ele atenda à sua solicitação

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  1. Faça perguntas

Quando você reafirma a perspectiva de seu oponente fazendo algumas perguntas como “será que eu entendi direito?”, você se autoajuda a evitar mal-entendidos e demonstra que está ouvindo os interesses da outra pessoa.

Entender as metas que lhe são atribuídas é uma estratégia fundamental para negociações bem-sucedidas, mas as pessoas geralmente só compartilham sua conclusão ou posição, não suas motivações. Quando você pergunta para a outra pessoa qual a teoria dela, alguns outros tipos de perguntas como (“como você chegou a esse patamar?”) podem ajudar a desvendar a maneira de pensar do seu interlocutor.

Vamos imaginar que o seu supervisor inicialmente diz não ao seu pedido para trabalhar em casa às sextas-feiras. Isso pode ser porque ele precisa de você no escritório nesses dias, mas as terças-feiras podem funcionar melhor. Talvez seja um “não por enquanto”, mas em seis meses ele pode concordar. Fazer perguntas com o intuito de acompanhar determinados temas, tais como “você estaria disposto a compartilhar sua forma de pensamento?”, pode ser a melhor maneira de aprender mais, a fim de alcançar objetivos que sejam bons para todos.

De certa forma, as abordagens acima reforçam os papéis tradicionais de gênero. Em seu livro “What Works for Women at Work” (“O que funciona para as mulheres no trabalho”, em tradução livre, ainda sem versão em português), Joan C. Williams sugeriu que um título de livro alternativo poderia ter sido “Lidar com a Porcaria Enquanto Aguarda Mudança”, o que pode ser facilmente entendido.

Mesmo que não seja tão consciente como foi para Annie, ajustar nosso comportamento para se adequar a um sistema injusto pode ser desgastante e enlouquecedor. Mas pense nessas estratégias menos como “negociando como uma dama” e mais como “conseguindo o que você quer e mantendo relacionamentos”.

As questões de preconceito e desigualdade de gênero que muitas pessoas enfrentam não são apenas individuais. É preciso uma mudança sistêmica para que uma mulher possa pedir o que precisa ou merece sem medo de repercussões. No entanto, há que se operar dentro do sistema como existe hoje, enquanto – para aqueles que se sentem obrigados – tentamos mudá-lo.

A consciência dos preconceitos contra as mulheres pode ajudar a tornar mais fácil conseguir o que elas querem.

sexism

Sexismo

O sexismo, em princípio, se baseia na ideia de que o homem é melhor e mais competente do que a mulher, uma concepção que se assemelha ao machismo, mas vai além. Trata-se de uma atitude discriminatória que define quais usos e costumes devem ser respeitados por cada sexo, desde o modo de vestir até o comportamento social adequado. Ser sexista não é privilégio do grupo masculino, pois mulheres ou gays também podem adotar seu discurso. A sociedade, de maneira geral, é sexista e educa as crianças de forma a reproduzir modelos binários em que a tendência é de que um sexo deva ser complementar ao outro. Ter medo de que um menino “vire gay” por brincar com boneca é um pensamento sexista. Já a expressão “homens são de Marte, mulheres são de Vênus” é sexista por constranger os sexos a serem de uma determinada forma, tanto em relação ao seu comportamento quanto em relação ao seu caráter. Outro exemplo é colocar as mulheres sempre na condição de vítima, ideia que sinaliza uma condição de eterna submissão. Uma das consequências da cultura sexista é a homofobia e a desigualdade de poder, oportunidades e salários que homens e mulheres vivem no mundo profissional.

Fonte: https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/11/3-dicas-para-usar-o-sexismo-a-seu-favor-no-trabalho/

Fonte: https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2018/12/03/machismo-sexismo-e-misoginia-quais-sao-as-diferencas.htm

Fonte das imagens:

https://pt.depositphotos.com/57990555/stock-illustration-no-sexism.html

https://todateen.com.br/frases-festas-final-de-ano/

https://presencia.unah.edu.hn/noticias/una-parada-en-la-estacion-de-los-estereotipos-para-lograr-un-yo-autentico/

https://tatianasaoli.wordpress.com/2015/07/13/50-perguntas-intrigantes-para-fazer-voce-pensar/