Sua carreira depende unicamente de você!

Hoje vamos compartilhar uma história que é um excelente convite à reflexão sobre como cada um de nós conduz sua própria carreira.

Trata-se de um paisagista, hoje bem-sucedido, que não teve receio de batalhar para conquistar seu sonho. Em meados dos anos 80, ainda nos primeiros anos da faculdade de arquitetura, ele admirava muito o trabalho de Roberto Burle Marx. Era sua principal referência e considerava importante aproximar-se de seu trabalho e, por que não, tentar conhecê-lo.

Sem muitas esperanças, o jovem estudante resolveu ligar no escritório do famoso paisagista e ver se conseguia algo. Uma pessoa atendeu e ele explicou o que queria. A pessoa não fez perguntas e transferiu a ligação para um homem de voz rouca. Era o próprio Burle Marx que, sem titubear, disse: “venha até minha casa no domingo”. Foi tão fácil que o jovem estudante não acreditou que aquilo tinha acontecido. Ligou novamente e, desta vez, foi a secretária que atendeu, confirmando tudo.

E lá foi o jovem naquele domingo, acompanhado de um amigo, vivenciar e aproveitar aquele momento especial. No fim da visita, o jovem agradeceu a oportunidade e, para mais uma surpresa, Burle Marx disse “volte quando quiser”. E assim fez o jovem algumas vezes para observar de perto seu trabalho e aprender cada vez mais.

Moral da história? Quando um profissional tem clareza de seus objetivos profissionais e quer atingi-los de verdade, ele tem atitude e faz por merecer.

Neste caso, o jovem paisagista teve uma boa dose de sorte. Mas o que motivou Burle Marx a abrir as portas de sua casa foi a determinação e a vontade de aprender que estavam na fala daquele iniciante.

O sucesso na carreira estará sempre mais perto de quem sabe o que quer e se mobiliza para que as coisas aconteçam. Nada é completamente impossível quando se tem atitude. O “não” todos nós já temos. Agora o “sim” é uma possibilidade a ser conquistada e essa conquista está nas mãos de cada um de nós. Pense nisso e lembre-se de que nunca é tarde para começar a exercer o papel de protagonista da sua própria história profissional.

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/o-primeiro-passo-sera-sempre-seu

Créditos da Imagem:

https://www.quironeducacao.com.br/o-poder-do-protagonismo/

Metade dos jovens escolhe carreira sem conhecer profissão

 

Dado consta de pesquisa feita com 18.500 estudantes do 3º ano do ensino médio

Uma pesquisa realizada pela Universidade Anhembi Morumbi com 18.477 alunos do 3º ano do ensino médio na cidade de São Paulo revelou que 59% desses estudantes já escolheram a carreira que querem seguir – nas escolas públicas, o índice chega a 63%. Entre aqueles que já estão decididos, contudo, menos da metade (46%) revelou ter mantido algum contato com a profissão escolhida. O estudo aponta ainda que 27% de todos os estudantes têm dúvidas sobre o mercado de trabalho. “Percebemos que os estudantes se decidem pela carreira sem conhecer a fundo a área de interesse”, afirma Luciano Romano, coordenador do levantamento.

A influência exercida pelos pais na escolha da carreira pode ser percebida na predominância de carreiras tradicionais – medicina, direito, arquitetura e urbanismo, engenharia civil e administração são as mais escolhidas. Para Romano, a explicação é simples: “É comum que pais conheçam advogados ou administradores, por exemplo, e, assim, apresentarem essas carreiras aos filhos. Conversas sobre profissões como games e gerenciamento de e-commerce são, é claro, menos frequentes.”

Bruna Tokunaga Dias, gerente de orientação de carreira da agência de recrutamento Cia de Talentos, destaca que a atual geração leva muito em conta a opinião dos amigos na hora de tomar decisões, mas que a posição dos pais mantém peso muito grande nesse momento. Isso porque são eles que, em grande parte dos casos, vão pagar a mensalidade da faculdade. “Frequentemente nos deparamos com pessoas que já sabem o que querem, mas cujos pais não concordam com a decisão e, por isso, se negam a custear os estudos”, diz Bruna.

Além da opinião familiar, tradição e remuneração da profissão, os jovens são atraídos pelas carreiras que estão em alta. “Há algum tempo houve uma demanda alta por cursos de hotelaria e turismo, já que essas áreas estavam em evidência. Porém, quando aqueles alunos levados pela ‘moda’ estavam se formado, o mercado já esfriava”, conta Bruna. A especialista orienta os estudantes a conciliar aptidões e gostos no momento da decisão. “Influência familiar, modismo e mercado vão mudar. No fim das contas, será você sozinho trabalhando oito horas por dia na mesma área.”

A pesquisa foi realizada entre os meses de fevereiro e abril de 2013. Foram ouvidos 10.162 mulheres e 8.315 homens – 66% estão na rede privada de ensino e 34%, na pública.

Fonte:

http://veja.abril.com.br/educacao/metade-dos-jovens-escolhe-carreira-sem-conhecer-profissao/

Créditos da Imagem:

https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwjy8NDGwOLWAhXEIJAKHakmCo8QjhwIBQ&url=https%3A%2F%2Fpaulsampaio.com%2F2016%2F09%2F06%2Fentre-a-desistencia-e-a-resiliencia%2F&psig=AOvVaw205Z7DZX31wZP7D7FViT8s&ust=1507602750799938

Não aguento mais!

“Entendo que a família, os amigos e os nossos avós estão na torcida para dar tudo certo, mas a cada vez que me perguntam qual curso vou prestar no vestibular?” A ansiedade toma conta e fico ainda mais angustiado.

Eu, sinceramente, não sei. Fico me perguntando:

– Para que será que eu sirvo?

– Que carreira paga melhor?

– Será que depois de formado acharei emprego nesta área?”

Que bom que você sabe que todos estão torcendo muito por você e que as perguntas expressam amor, mais do que qualquer coisa.

Veja se alguma das dicas abaixo funciona para você:

1) Para saber quais atividades você é reconhecido por fazer muito bem, você pode enviar uma pergunta aos seus amigos e pessoas mais próximas por WhatsApp: “quando precisa da minha ajuda, você quer contar comigo para fazer exatamente o quê?” Isso pode ajudar a perceber alguns talentos, pois se houver alguma identificação ou característica mais forte, ela aparecerá em mais de uma resposta.

Talvez seja mais ligado a área de humanas, exatas ou biológicas. Pode ter certeza que alguma dica virá.

2) Você também pode ler sobre diferentes carreiras, basta dar uma “googlada” e uma série de informações estarão à sua disposição.

3) Converse com seus professores, eles conhecem mais do que você sobre as oportunidades de mercado.

4) Procure por profissionais que exerçam alguma carreira com a qual você se identifica para validar se é isso mesmo o que quer.

Se puder, visite a faculdade que você está pensando cursar, procure alguém do curso e converse com ela, esclareça suas dúvidas. Aliás, muitas universidades promovem encontros antes do vestibular justamente para este fim.

Às vezes, fazer uma escolha pode ser difícil, mas é parte da vida. Depois você terá que optar um trabalho, talvez um intercâmbio, uma área mais específica e é isto. Estar bem informado ajuda muito a diminuir a ansiedade, então, mãos à obra.

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/nao-aguento-mais

Créditos da imagem:

https://www.thinglink.com/scene/707393563003977730

Como diferenciar insatisfações e identificar seus propósitos de carreira

É comum, naqueles momentos de estresse, comentarmos com os colegas de trabalho sobre como é chato fazer determinada tarefa ou até mesmo suportá-la. Quando isso acontece, as frases vão desde “é um saco fazer isso” até “que P$#@? de tarefa é essa que não tem nada a ver comigo?!”.

Seja sincero, você também já passou ou passa por isso, né? O fato é que essas situações podem trazer alguns impactos para nossa carreira, sejam eles positivos ou negativos, por isso temos que nos atentar para não cair na armadilha de dilemas como: “Poxa! Queria fazer o que eu amo” ou “Eu poderia fazer algo mais voltado para meu perfil”.

Pensando nessas situações incômodas, eu acho muito importante saber que nunca conseguiremos fazer 100% o que amamos. Eu amo dormir, por exemplo, mas mesmo que eu arrumasse um emprego que minha função fosse dormir, com certeza arrumar a cama seria uma das tarefas e eu não gostaria dela.

Fazer o que se ama envolve, na verdade, algo muito maior do que suas tarefas. Está bem mais ligado aos seus propósitos. São esses propósitos que devem se unir aos da empresa e, em conjunto, ambos crescem e realizam esse processo de troca em que a realização pessoal e profissional é atendida.

Vou tentar ilustrar isso de forma bem prática, vamos lá!

Exemplo:

Local de trabalho: Consultoria de R&S

Propósito pessoal: Quero impactar positivamente a vida das pessoas

Propósito da empresa: Oferecer aos jovens as melhores oportunidades do mercado de trabalho

Processo de troca: Impacto positivo na vida de milhares de jovens. É um match entre empresa e colaborador

Neste processo ambos os desejos são atendidos!

Agora, imagine que você é um lavrador e vive de frutos plantados e colhidos em suas terras. Esses frutos são tudo o que tem para sustentar você e sua família. Para colher seus frutos, é necessário que você lance suas sementes em terra fértil e cuide dela durante seu processo de transformação. Se não fizer isso, você apenas desperdiçará sementes e tempo e a consequência disso será nenhuma colheita.

A vida do lavrador da história acima é muito parecida com a nossa carreira. Podemos colocar nosso esforço, tempo e investimento em ação para nosso crescimento ou apenas reclamar e não alcançar ou conquistar nada.

Por isso, quando bater aquela bad no trabalho não procrastine, mas busque identificar o real motivo da insatisfação. Faça uma reflexão, analise seus históricos de desempenho em suas atividades e ligue todas essas coisas ao seu perfil profissional, propósitos de vida e carreira. Fazendo todas as análises e buscando informações, talvez você se sinta mais seguro em saber se sua insatisfação é relacionada à sua tarefa ou ao seu trabalho/cargo/área de atuação. Após essa reflexão, você sentirá mais confiança na sua tomada de decisão.

O ideal para todos é fazer bem o que se gosta de fazer!

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/como-diferenciar-insatisfacoes-e-identificar-seus-propositos-de-carreira

Créditos da Imagem:

https://youngwordpresscomsite.wordpress.com/2016/03/16/a-trajetoria-profissional-de-betina-testoni/

 

 

Estamos todos meio perdidos?

Estamos todos meio perdidos?

Não sei se você sente a mesma coisa, mas eu sinto que estamos todos meio perdidos.

Talvez você ache que é coisa minha ou da minha geração. Pode ser que você esteja totalmente bem resolvido com a sua carreira e nem pense em sair do lugar.

Mas olha, ainda que você já tenha se encontrado, pense e me responda: você tem algum amigo ou colega de profissão que esteja repensando à carreira atualmente?

Alguém que queira apertar o botão do PAUSE para pensar melhor o que quer fazer da vida?

Alguém que não para de se perguntar: É por aqui mesmo ou devo mudar a direção? Sigo o fluxo ou me arrisco a mudar? Fico quietinho aqui ou tiro aquele projeto do papel? Sonho alto ou largo pra lá?

São perguntas como essas que não saem da cabeça de muita gente.

E dá pra entender. São tantas possibilidades e caminhos que a gente fica meio perdido mesmo…

Veja o empreendedorismo digital, por exemplo. Chegou com força, trazendo mil oportunidades. Acabou com aquela história de alto investimento para fazer um negócio começar. Reduziu os custos com a operação, simplificou muita coisa.

Eu estou seguindo por esse caminho, ainda buscando me encontrar.

E tem muita gente no mesmo barco, tentando achar um trabalho que traga mais realização, sentido, significado. Ou simplesmente, algo mais flexível do que os modelos tradicionais de trabalho.

Esses dias mesmo estava conversando com um colega que formou comigo na Graduação. Fizemos Comunicação Integrada.

Conversa vai, conversa vem, ele deixa a enrolação de lado e vai direto ao ponto. Faz a pergunta que a gente fica doido pra fazer quando reencontra alguém da época da faculdade. Aquela: “E aí, tá fazendo o que?”.

Respondi que havia saído do meu emprego e, no momento, estava trabalhando por conta própria. Já ele havia saído da empresa onde ingressou como estagiário, teve rápida ascensão e atualmente coordenava uma equipe.

Pera, um minuto para processar a informação: Ele saiu da XXXX??????? (Não vou citar o nome, mas é apenas a gigante da mineração. rsrs)

Sim, era isso. E fui logo tratando de saber o que havia acontecido. Deve ter sido demitido, é claro… A crise chegou lá também…

Mas nada disso. Ele pediu demissão para abrir um negócio na internet. Uma lojinha virtual de bolos artesanais.

Não caí dura no chão porque nos últimos meses havia escutado MUITAS histórias parecidas. Sabia que ele não era o único.

Ainda assim, fiquei surpresa e soltei: “Mas nossa… saiu assim, na cara e na coragem?”.

E aí ele contou que queria abrir o negócio há muito tempo, mas morria de medo de arriscar. Sair da empresa era um plano antigo também, mas faltava coragem. “Não que aquele emprego fosse uma porcaria, só não era mais suficiente. Eu quis ir em busca do meu verdadeiro sonho”, explicou.

E não foi antes porque não podia também. Muita coisa envolvida, principalmente grana. Vida adulta, né?

Mas aí eu questionei: o que mudou agora? Você se planejou para sair e tá cheio da grana?

Aí veio a melhor parte: ele havia se planejado financeiramente sim, mas não foi isso que o fez tomar coragem para pedir demissão. O que fez a diferença mesmo foi à vontade de mudar, que foi crescendo, crescendo, crescendo, até chegar num ponto em que ele precisou parar e pensar: “E agora, o que vou fazer a respeito?”.

E eu sei do que ele tá falando. Quando chega neste ponto, você sabe que chegou a hora de mudar as coisas. E aí muda ou não…

“Mas gente, fulano era tão bom de texto… agora vai parar de escrever?” – pensei.

E aí tá a graça. Junto com a loja virtual de bolos artesanais ele criou um blog de conteúdo para confeiteiros. Ou seja, tá vendendo bolo e tá escrevendo texto. Palavras, escrita, fermento, recheio; tudo num negócio só.

E o bom é que agora ele define a pauta e aprova o texto. É o seu próprio chefe e tá feliz da vida. Seu hobby antigo virou trabalho.

E eu fui embora feliz e inspirada com mais essa história. Confesso, porém, que no fundinho da minha alma achei ele corajoso até demais. Na verdade, meio doido de se arriscar assim. As coisas não andam lá muito fáceis.

Mas o fato é que ele não se apegou a isso e deu o primeiro passo para a mudança acontecer. Se tudo der errado, o Linkedin continua lá com todos os contatos do mundo corporativo.

Então tem mais é que bancar a decisão e vender bolo. Pra quem “vendia” minério, tá mais gostoso agora, né?

E eu já me antecipei e fiz minha encomenda para o Natal. Diz que o negócio tá bom-ban-do!

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/estamos-todos-meio-perdidos/107187/

Créditos da imagem:

https://pt.linkedin.com/pulse/me-sinto-perdido-profissionalmente-lenir-nunes

 

Você está desmotivado no trabalho? Aprenda a aprimorar sua visão de oportunidades

Se você está desmotivado em seu trabalho, confira essas dicas que podem te ajudar.

Começa a semana e você logo fica sem energia para ir trabalhar?

Não vê a hora de chegar o fim de semana?

Não gosta de sua rotina ou preferia estar fazendo outra coisa?

Trabalha só pelo salário, sem prazer?

Se você respondeu sim para duas ou mais perguntas acima, os sinais que você anda desmotivado com o trabalho são grandes.

Para não ter sua carreira prejudicada, é importante identificar as causas de sua desmotivação para que ela não te leve a problemas maiores como, baixa de produtividade, conflitos, estresse ou até mesmo a demissão.

Muitas vezes, costumamos criticar as condições de trabalho, do tipo:

– Estou cansado de fazer as mesmas coisas;

– Meu chefe não enxerga meu trabalho;

– A empresa não me dá oportunidades de crescimento;

– Não gosto de trabalhar com fulano e ele ainda continua lá;

Entre várias outras coisas que comumente acontecem.

Mas, na maioria das vezes, o controle disso não está em nossas mãos. Então, o que podemos fazer?

Aqui vão duas questões importantes:

Visão de oportunidade e inovação – enxergar o que pode ser feito de diferente e colocar em ação (já dizia Albert Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”)

Propósito – Se o seu trabalho atual não está alinhado com os seus propósitos para o futuro, é normal que seu interesse diminua. Mas dentro da empresa mesmo você pode encontrar oportunidades de melhoria, antes de tomar alguma decisão por impulso. Se o caso for mesmo de mudar de emprego ou fazer uma transição de carreira, essa decisão precisa ser muito bem planejada.

Dicas

Analise a sua situação no trabalho e veja o que é possível reverter com pequenas mudanças. Se você costuma achar que qualquer outro emprego é melhor do que o seu, você pode correr o risco de trocar de emprego e a desmotivação te perseguir.

  1. Busque oportunidades internas

Em todos os lugares existem oportunidades, elas estão espalhadas e muitas vezes vêm disfarçadas de problemas. Enxergar um desafio, uma oportunidade de aprender algo novo, de executar uma atividade diferente, de lidar com um problema desconhecido e instigante, e sair da zona de conforto: tudo isso faz bem e é necessário, pois além de sair da rotina, você ainda ganha aprendizado e mais destaque em sua área.

O segredo aqui é afiar a visão para enxergar essas oportunidades.

Que tal se candidatar para participar de um projeto que você acha interessante e pode contribuir? Ser mais participativo em reuniões? Conversar mais com a equipe para poder ajudar ou aprender algo novo?

  1. Resolva os conflitos (guardá-los só faz com que eles aumentem ou piorem)

Existem situações que ocorrem no ambiente de trabalho que vão se acumulando, e que se não forem resolvidas, vão desgastando. Aí a energia e a motivação vão embora, aos poucos. Resolver logo aquela pendência com o chefe; aquela situação que te deixou mal com o colega de trabalho; ou mesmo aquela sua ideia que fulano pode estar querendo te prejudicar: o que acha de uma boa conversa para resolver as pendências?

Funciona bem, e você verá como o clima melhora e a energia volta bem melhor.

  1. Peça feedback e alinhe as expectativas com seu chefe e equipe de trabalho

Nem todas as pessoas estão acostumadas a informar quando você acerta ou erra. Saber que está no caminho certo, conhecer exatamente o que a empresa espera de você e se você está atendendo às expectativas ou não é extremamente importante para a evolução na carreira. O desconhecimento desses fatos geram conflitos, desmotivação, estresse e baixa produtividade. Aproveite o momento para conversar com seu chefe sobre seu trabalho, sobre o que pode ser melhorado, e a partir daí ter novas perspectivas sobre seu desempenho.

Quem está ocupado reclamando não enxerga as oportunidades.

Se o seu lado “crítico reclamão” insistir em te rodear, jogue-o para o canto e comece a enxergar as oportunidades que estão a sua volta. Muita gente não as vê, então se você afiar sua visão para enxergá-las, começará a ter resultados diferentes e muito mais motivação.

Nós somos responsáveis pelas mudanças que queremos!

Mãos a obra!

 

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/voce-esta-desmotivado-no-trabalho-aprenda-a-aprimorar-sua-visao-de-oportunidades/106988/

Créditos da Imagem:

http://www.medicaldaily.com/bad-day-work-can-come-good-news-employees-benefit-negative-emotions-299244

O que fazer quando você não gosta do curso que escolheu

Se mesmo depois de algum tempo fazendo faculdade você ainda não tem certeza se realmente escolheu o curso certo, veja como agir.

Durante o ensino médio, você ficou ansioso para a faculdade e finalmente começar a estudar aquela profissão que sempre sonhou. Entretanto, o pior aconteceu: você não gostou do curso e agora não sabe o que fazer. Não fique desesperado – confira 5 coisas que podem te ajudar:

  1. Não entre em pânico

Mesmo que você perceba que o curso é exatamente o que você não gosta, você não deve entrar em pânico. Caso tenha certeza que você não gosta daquela área, não fique triste e lembre-se que é a sua carreira que está em jogo. Você não quer passar o resto da vida fazendo uma coisa que não gosta, né? Além do mais, não ache que está muito tarde para mudar – perder alguns semestres da sua vida não é tão ruim assim.

  1. Converse com os professores

Tente conversar com professores dos dois lados: os que já dão aula para você e os que lecionam no outro curso. Veja quais são as aulas dadas, os assuntos abordados e analise se realmente vale a pena trocar de graduação. Os professores da sua faculdade também podem ajudar a ver a situação de outra forma – talvez um estágio na área ou uma iniciação científica te mostre outros tópicos da sua área de estudo que você se identifique mais.

  1. Aproveite o que você já sabe

Selecione assuntos e habilidades que você já tenha adquirido no seu curso atual para ajudá-lo a escolher outra graduação. Dependendo do que você se identificar, será mais fácil decidir qual será o próximo passo. De qualquer forma, algumas coisas que você aprende na faculdade serão úteis, independentemente do curso: profissionalismo, responsabilidade, habilidade de trabalhar em grupo, ideias inovadoras, etc.

  1. Investigue a área

Faça tudo o que você pode para conhecer mais sobre a área que você pretende entrar. Converse com estudantes, professores, profissionais, experts, descubra como funciona o mercado de trabalho, leia livros sobre o assunto, etc. Desde que você já decidiu que irá mudar se jogue de cabeça no novo curso.

  1. Crie um network

Em qualquer área é essencial criar uma rede de contatos. Entretanto, se você vai começar a entrar em uma nova área, é importante que desde o início você comece a adquirir contatos. Afinal de contas, você está começando do zero de novo e vai precisar de ajuda daqueles que já estão na área.

Fonte:

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/09/25/1051858/fazer-quando-voce-no-gosta-do-curso-escolheu.html

Créditos da imagem:

http://fsg.br/blog/escolhi-o-curso-errado-na-faculdade-e-agora

Eu X O mundo – Escolha e gestão da carreira

Gerir a carreira está se tornando uma tarefa bastante complexa. O mundo ficou maior, pois temos informações na ponta dos dedos, acessando facilmente o mundo através na internet, o que nos coloca diante de oportunidades e ofertas que não se imaginava algum tempo atrás. O fato do universo ter ficado maior e com muito mais opções não torna a vida, quando se trata de escolha profissional, mais fácil. Afinal, diante de tantas alternativas, a sensação de não ter feito a escolha certa ou de ter que abrir mão de muitas outras possibilidades é realmente bem angustiante.

Por outro lado, a impossibilidade de conhecer melhor tantas carreiras e a falta de incentivos para que os jovens possam conhecer minimamente diversas profissões é grande, e não é raro que acabem por escolher aquelas que tenham maior visibilidade, principalmente através das mídias – impressa, televisiva e principalmente sociais. Muitas vezes o critério de escolha é baseado em fatores externos, na sua maioria em status e remuneração.

Minha preocupação continua, pois os aspectos que apresentei até o momento estão relacionados à percepção do mundo externo que nos cerca, porém o que pode dificultar ainda mais a escolha e a autogestão da carreira é falta de autoconhecimento. Pode parecer uma palavra autoelucidativa, mas se conhecer leva tempo. Há muito pouco espaço e incentivo no meio acadêmico para aprofundar essas questões, que muitas vezes é percebida como menos importante diante das ciências duras. Refletir sobre os próprios valores, o que motiva, agrada, desagrada, entusiasma, entristece; quais são as crenças… Enfim, se reconhecer minimamente facilita a identificação de atividades que tenham maior aderência com quem se é. De certa maneira, boa parte das escolhas que fazemos na vida estão baseadas nos valores e nas crenças que possuímos. Sem ter consciência delas, as escolhas tendem a ser bem frustrantes.

É verdade também que não é possível evitar as frustrações e que viver e experimentar faz parte do processo de aprendizado e amadurecimento pessoal e profissional, mas poderia ser mais incentivada a reflexão sobre as experiências vividas, principalmente pelos mentores desses jovens, sejam eles os pais, professores e até os gestores das empresas.

Por trabalhar com carreiras e ver no dia a dia a importância de um bom mentoring na vida profissional dos alunos, costumo dizer que a sala de aula é um ótimo local para discutir sobre desenvolvimento ou início de carreira.

Mas talvez você se pergunte como engajar o estudante neste assunto. Afinal, teoricamente, ele já optou por uma profissão porque está em um curso técnico ou universitário. É aí mesmo que está a resposta: neste começo de carreira surgem dúvidas, “medos”, desafios e muitas vezes os alunos necessitam de conselhos, exemplos ou até mesmo tirar dúvidas sobre possíveis cargos que têm vontade de exercer.

O professor pode então assumir o papel de estimulador em sala de aula sempre que possível, levando os estudantes a refletirem sobre o mundo que os cerca. É importante fazer links com o mercado de trabalho, expandir o horizonte, mostrar que eles podem ser um de vocês, professores. Além do ponto-chave: compartilhar experiências. Exemplos reais são aqueles em que os alunos podem se identificar e, quem sabe, usá-los como base durante sua jornada profissional, atrelada ao que está cursando ou não.

Afinal, como disse alguns parágrafos acima, o mundo é muito grande e o leque de oportunidades também. Basta os estudantes estarem prontos para encarar os desafios que terão pela frente, utilizando a ajuda que proporcionamos um dia.

Fonte:

https://www.ibm.com/developerworks/community/blogs/05f3523c-417c-426d-8251-9d9b1486a2da/entry/eu_x_o_mundo_%E2%80%93__escolha_e_gestao_da_carreira?lang=en

Créditos da imagem:

http://blog.convenia.com.br/gestao-carreira/

Importância da escolha profissional e o impacto gerado na sociedade.

O artigo em estudo propõe analisar o impacto provocado na sociedade diante da escolha profissional, baseando-se em pesquisas com alunos e professores universitários. Com base nos relatos dos entrevistados a responsabilidade do impacto na sociedade diante da escolha profissional está na forma que é tomada essa decisão, podendo ser positivo, negativo ou simplesmente não obter abalo relevante.

Todos os anos, realizam-se os concursos e vestibulares por todo o país. Para muitos estudantes este é o momento de escolher a carreira que será exercida durante a vida ou até determinado momento. Diante de pesquisas foi notado grande numero de jovens que recebem influência direta dos pais, amigos ou escolhem o que está mais próximo ou que aparentemente lhe trará maior retorno financeiro e não por vocação própria na escolha de uma profissão. Há um alto numero de acadêmicos universitários que cursam a segunda opção, que por vezes não tem nada haver com a vocação do mesmo, muitos concluem mesmo não tendo se identificado com aquela profissão.

Contudo estão ali na esperança de se identificar com aquela área, ou esperando oportunidade de fazer o curso desejado. A escolha profissional tem haver com o sentindo de satisfação, fazer aquilo que tem prazer na construção de uma carreira, infelizmente grandes partes das escolhas se respaldam na estabilidade financeira, contudo uma carreira baseada na estabilidade não significa que trará satisfação.  O impactado na sociedade diante da importância da escolha profissional pode ter abalo negativo, positivo ou simplesmente nenhum.

DESENVOLVIMENTO

A escolha profissional é somente o inicio, vários caminhos podem surgir durante a faculdade e o mercado de trabalho exige muitas vezes adaptações na carreira, neste caso, as pós-graduações e especializações podem entrar como uma mudança no rumo da carreira. É preciso deixar claro que um bom profissional não é aquele que tem as melhores notas na vida acadêmica. Mas aquele que consegue impactar a sociedade a quem presta serviço de forma positiva. Hoje, a importância da escolha profissional deve ter em mente que ao sair da faculdade vai encontrar muitos obstáculos a sua volta, não só a dificuldade de emprego como também a decepção da profissão escolhida não ser a dos sonhos. A escolha profissional pode acarretar impactos na sociedade trazendo tanto desconforto, insatisfação, frustração além de uma sociedade desorganizada e cheia de conflitos ou contrario disso.

Segundo Dias e Soares (2007), a escolha profissional faz parte de um projeto, profissional que implica pensar o futuro, construir um cenário de realizações de interesses e desejos e que deve se estabelecer a partir do autoconhecimento.

A dimensão da importância da escolha profissional deve tá relacionado com a perspectiva de continuidade da carreira. Porém muitos escolhem suas carreiras não pensando que elas serão firmadas após o período acadêmico. Muitos fatores indicam possibilidade de risco ao se pensar sobre o futuro profissional. Em pesquisa realizada 99,8% dos entrevistados disseram que o impactado que a escolha profissional vai acarretar na sociedade é do individuo tomador de decisão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A escolha correta da profissão pode ser mais simples do que se imagina. O primeiro passo é conhecer qual é o seu perfil comportamental, é importante saber quais são suas identificações. É fato que com trabalho árduo e muita dedicação todos podem ser bem sucedidos, mas todos possuem identificações distintas que podem ajudar na escolha da carreira.

Se questionar se é comunicativo, se tem o perfil de liderança, se possui facilidade de relacionamento e, principalmente, se sabe ouvir. Os testes vocacionais não fazem milagres. Os resultados podem ser apenas indicação de um norte, mas ainda assim são inúmeras as opções de cursos. Um grande equívoco é acreditar que cursar uma faculdade, por sim só, vai garantir emprego e assegurar o sucesso profissional.

A universidade pode abrir portas na carreira, mas vale lembrar que para os especialistas, o sucesso em uma profissão depende parte de conhecimento e parte de atitude. O mais importante na escolha é ter afinidade com a escolha profissional.

Por isso é de suma importância que, ao escolher uma profissão o estudante avalie antes de fazer um vestibular a sua escolha para que no futuro não venha se arrepender e, não tendo com voltar atrás, execute a sua profissão de forma errônea criando assim impacto negativo em uma sociedade com falta de profissionais de excelência.

Vamos refletir sobre as suas identificações?

Jennyfer Gonçalves

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/importancia-da-escolha-profissional-e-o-impacto-gerado-na-sociedade/105051/

Créditos da imagem:

http://www.monicadonettoguedes.com.br/educacao/quando-escolhas-acontecem.html