O que a lagarta tem a nos ensinar sobre mudança?

Mudar quase sempre causa um certo desconforto pelo medo de passar por algo desconhecido. Como encarar as mudanças de maneira positiva?

A mudança é algo que muitas vezes assombra por se tratar de algo desconhecido. Em certos momentos da vida, passamos por situações que exigem mudanças, algo que não sabemos como será do outro lado. Temos medo, pavor, pânico, é algo natural, algo que é da natureza humana, mas em algum momento da vida, a mudança se torna algo necessário.

Na nossa vida, estamos sempre passando por mudanças, sejam elas físicas, como ganho de peso, crescimento, perda de cabelo ou, podem ser mudanças em nosso cotidiano, desde as mudanças mais simples como mudar de casa ou de escola, ou das mais complexas como decidir mudar de emprego ou não, mudar de cidade ou estado, entre outras. São mudanças que muitas vezes, são necessárias para o nosso crescimento pessoal.

A melhor maneira de encarar e domar o medo que existe devido essas mudanças, é encará-las de maneira positiva. Pensar que por mais que o novo seja algo desconhecido, será algo bom, que por mais que para chegar nesse algo bom, passemos por situações ruins, o que está por vir é muito melhor.

Um bom exemplo disso, é o da lagarta que para chegar a se tornar borboleta, precisa antes passar por uma mudança e se tornar um casulo.

Sejam as mudanças simples ou complexas, devemos sempre respeitar o tempo, seja ele o nosso ou do contexto, para que aquela mudança se realize. Se ela não se realizar não significa fracasso ou contentamento com a maneira como está, significa que tal situação em que o indivíduo se encontra o faz bem, o faz seguro de si e que no momento certo, ele deixará de ser uma lagarta para se tornar uma bela borboleta.

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-a-lagarta-tem-a-nos-ensinar-sobre-mudanca/106711/

Créditos da Imagem:

http://www.hollointeract.com/siteware/4-dicas-para-mudanca/

Novo currículo do ensino médio será dividido em áreas, e não disciplinas.

Em processo de elaboração, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio não terá separação de habilidades por disciplinas, mas em áreas de conhecimento. O documento vai estabelecer as competências e habilidades nas áreas de Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Linguagens e Matemática, segundo a secretária-executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro. As escolas é que definirão como vão trabalhar em cada disciplina.

A base curricular do ensino médio vem sendo produzida por técnicos do MEC, e deve ser encaminhada ao Conselho Nacional da Educação (CNE) em novembro de 2017. O documento definirá o que deve ser ensinado no currículo comum a todos os estudantes, em uma carga horária de 1,8 mil horas para os três anos da etapa.

“Vamos seguir a mesma estrutura da BNCC (do ensino fundamental), em competências e habilidades, porque a base das duas etapas deve ser uma só, e estar conceitualmente bem alinhada. Só que, no ensino médio, as áreas serão entendidas como áreas, não como disciplinas. As escolas é que decidirão como trabalhar essas competências dentro de cada disciplina”, disse Maria Helena.

Apesar de separada em quatro grandes áreas do conhecimento, a base do ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) é subdividida em disciplinas, e define o que é esperado que o aluno aprenda em cada série e em cada matéria. Já no ensino médio, segundo Maria Helena, o formato será diferente.

“[Nas áreas] estarão encadeadas as habilidades que se referem a determinados conteúdos e podem ser trabalhadas livremente. Elas podem ser trabalhadas, por exemplo, em História, Filosofia, Sociologia ou Geografia não importa. Quem vai organizar e definir vão ser as escolas. O mais importante da flexibilização é garantir liberdade para esses arranjos curriculares”, disse a secretária executiva.

Membro do CNE e presidente da Comissão de Elaboração da BNCC, Cesar Callegari disse esperar que o documento apresentado pelo MEC não fique restrito apenas ao núcleo comum, mas também defina os direitos e objetivos de aprendizagem para os cinco itinerários optativos. “É um erro gravíssimo deixar a base confinada apenas as 1,8 mil horas do currículo comum. Sem ter uma base para a área diversificada, não se tem parâmetros para os processos de avaliação, escolha de materiais didáticos, como orientar a formação de professores”, disse.

Para Callegari, trabalhar a base por áreas de conhecimento pode ser positivo para induzir que os conteúdos sejam trabalhados de forma mais interdisciplinar. “Trabalhar por áreas representa uma possibilidade de produzir uma educação mais significativa para os estudantes”, disse.

Aprovada em fevereiro, a reforma do ensino médio dá ao aluno a opção de escolher entre diferentes itinerários formativos. Na lei, são previstas cinco áreas: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, e educação técnica e profissional. Esses percursos devem preencher 40% da carga horária de três anos. O conteúdo dos itinerários será definido por cada Estado e pelo Distrito Federal, segundo o MEC.

Na opinião do professor Luiz Carlos de Menezes, do Instituto de Física da USP, o principal desafio do MEC será garantir que a base curricular dialogue com todos os percursos opcionais. Menezes, que ajudou a elaborar a segunda versão da BNCC no ano passado, espera que a regulamentação da reforma evite desigualdades entre as áreas.

“É preciso ter clareza de que a base precisa ser alicerce para tudo, inclusive para a educação profissional.” Menezes afirma que a base curricular pode ter menos conteúdos em relação ao currículo atual, que tem 13 disciplinas obrigatórias e é considerado engessado por especialistas. “Talvez seja possível não eliminar conhecimentos ou competências, mas condensá-los para que não sejam tão detalhados. Essa é uma hipótese, que eu não estou propondo, mas, poderia ser estudada.”

A divisão em áreas do conhecimento é um caminho para motivar o aluno do ensino médio, segundo a presidente do conselho do Instituto Península, que trabalha com educação e esporte, Ana Maria Diniz. Para ela, o formato pode estimular escolas a trabalharem com oficinas e projetos multidisciplinares, o que costuma fazer com que o aluno veja mais relação entre a aula e a realidade.

“A nova educação está muito mais ligada a projetos interdisciplinares e, fazendo esse currículo por áreas, você pode explorar mais os interesses do aluno”, ela diz. Apesar de ser favorável à ideia, Ana Maria aponta que a formação do professor para esse modelo será um desafio. “É preciso professor bem preparado para isso e disposto a trabalhar nessa interdisciplinaridade com outros professores, e ser preparado para isso, o que hoje não existe.”

Fonte:

http://istoe.com.br/novo-curriculo-do-ensino-medio-sera-dividido-em-areas-e-nao-disciplinas/

Créditos da Imagem:

https://www.focoeducacaoprofissional.com.br/blog/novo-ensino-medio-cursos-online

3 conselhos valorosos para ajudar os filhos na escolha da profissão

Decidir por uma profissão é uma das maiores escolhas que fazemos na vida. Aprenda 3 conselhos importantes que ajudarão seu filho a decidir pela carreira a seguir.

A preocupação com a escolha da profissão que o filho irá seguir está sempre presente com os pais. Todos desejam que o filho tenha sucesso e se sinta realizado profissionalmente.

Essa preocupação tende a se fortalecer quando o filho está no Ensino Médio e vai aumentando com a proximidade da época dos vestibulares. Escolher qual faculdade irá fazer determinará, via de regra, a profissão que ele irá seguir.

  1. Não pressionem! Por que os pais não devem pressionar o jovem?

Muitos pais, na tentativa de ajudar, acabam piorando a situação e tornando esse momento, tão importante de tomada de decisão, muito mais estressante para o jovem. Alguns pressionam demais para que sua sugestão seja aceita pelo filho, outros nem dão oportunidade de escolha e obrigam o jovem a seguir a “profissão da família”. O resultado disso é que futuramente teremos mais profissionais que não gostam do que fazem e infelizes com suas vidas.

Com relação a isso a psicóloga Dulce Helena Penna Soares, coordenadora do Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), diz que de 30 a 40% das pessoas que a procuram para orientação profissional já estão na universidade e desejam trocar de curso. Relata ainda, que pela sua experiência 50% estão desiludidos com a carreira.

Claro que nenhum jovem, por mais assertiva que tenha sido sua decisão de qual faculdade cursar, está livre de mudar de ideia depois. Porém, quando a escolha do curso é pautada em aspectos objetivos e claros a probabilidade disso acontecer diminui.

  1. Apoie. E se o jovem quiser mudar de curso?

É importante considerar que trocar de faculdade no meio do curso é muito mais saudável do que se formar e passar a vida toda infeliz fazendo algo que não lhe traz realização pessoal.

As pessoas passam a vida fazendo terapia e, ainda sim, muitas não conseguem o tão esperado autoconhecimento. Então como exigir isso do jovem que está iniciando sua vida na fase adulta?

Pode ser que justamente o fato de iniciar um curso lhe dê maiores condições de reconhecer quem ele é e do que ele realmente gosta. Saber o que não quer já é um começo.

Eu mesma iniciei três faculdades antes de compreender aquilo que eu realmente gostava. E cada uma dessas três foram determinantes para que eu encontrasse aquilo que tanto procurava. Quando conto isso às pessoas elas logo me perguntam sobre o tempo e dinheiro perdido, e eu respondo que não foram perdidos para mim, pois, quanto ao dinheiro foi investido em mim mesma e em relação ao tempo foi despendido para obter conhecimento e conhecimento nunca é demais.

  1. Tenha paciência. Esperar pode ser uma boa saída!

O desespero para que o jovem ingresse em uma faculdade assim que termine o Ensino Médio pode ser prejudicial. Não há necessidade de iniciar imediatamente a faculdade, se ele ainda não se decidiu. Esperar um pouco mais pode ser determinante para uma boa escolha. Nesse caso, faça algumas metas com ele para que esse tempo de espera seja revertido em algo que contribua para a futura escolha.

Decidir por uma profissão é umas das maiores escolhas que fazemos na vida, portanto deve ser feita de forma ponderada e sem pressões para que seja uma boa escolha.

E a sua escolha, está sofrendo as mesmas interferências? Vamos conversar!

Jennyfer Gonçalves Psicóloga

Fonte:

https://familia.com.br/6740/3-conselhos-valorosos-para-ajudar-os-filhos-na-escolha-da-profissao

Créditos da imagem:

http://metavest.com.br/blog/escolha-profissional/

Como saber a hora certa de se demitir?

Se você está agora pensando na hora que vai chegar em casa e já implorando pela sexta-feira, é sinal de que você precisa ler este texto… E buscar algo novo pra sua vida!

Muita gente está nesse momento em um trabalho que odeia, só vegetando e fitando o relógio, suplicando pelo encontro do ponteiro que marcará o fim do expediente. Acredite, eu sei como é! Eu também já estive em um trabalho onde não era plenamente feliz. E larguei este trabalho pra me dedicar aos meus negócios pessoais e ir para o tão superestimado home office.

Era 2015. A crise política e econômica no Brasil começava a tomar forma. “Eu sai do meu trabalho de auxiliar de marketing, com carteira assinada e tudo, para virar corretor de imóveis. Comecei a trabalhar na área e conseguia tirar boas comissões. Mas, ainda assim, não estava feliz. Realmente faltava algo. Foi então que eu resolvi sair deste ramo e trabalhar fazendo artes gráficas, gerenciamento de redes sociais, criação de conteúdo e outros trabalhos de marketing para alguns clientes. Além de, é claro, escrever cada vez mais. Foi aí que eu descobri que a gente pode ser feliz fazendo o que gosta. Mesmo não ganhando muito”.

Então, se você também está nesse dilema, vou te dar algumas dicas para tentar identificar se é a hora de chutar o pau da barraca e se demitir.

A paciência acabou

Quando alguém te dá um bom dia, você responde: Bom dia por quê? Se alguém fala algo que você não gosta, já fuzila com os olhos? Tem vontade de voar no pescoço do coleguinha? É parça, sua paciência tá no limite mesmo! Esse é um grande sinal de que você já não aguenta mais o seu trabalho.

O tesão acabou

Lembra quando você foi recém-contratado? Estava louco pra mostrar serviço, queria dar dicas, ajudar, revolucionar a empresa. Mais aí viu que no dia a dia as coisas não eram assim tão empolgantes. Então, aquele tesão que você tinha quando começou se foi. Agora você vive no automático. Só faz o que pedem e, quando não pedem, aproveita pra ver o Facebook, Instragram ou ficar apenas curtindo o movimento das pessoas na rua. Mais um sinal de que está na hora de buscar um “novo amor”.

Seu compromisso com prazos e metas acabou

Levantar da cama é uma guerra! Logo, chegar no horário é uma missão quase impossível. Você também já nem se importa mais em bater metas ou fazer um serviço melhor. Já que o tesão acabou, agora vai levando tudo do jeito que dá. Quanto menos responsabilidades, melhor, né? E aí quando você começar a criar uma lista de desculpas pra faltar ou não fazer determinadas coisas no seu trabalho, aí meu querido, significa que já passou da hora de ir atrás de algo novo.

Sua moral acabou

Seu chefe nem te ouve mais, seus colegas, muito menos. Você entra, faz seu trabalho, vai embora. Parece um fantasma. Mas se você tá vivo, então tem algo errado, cara! Não dá pra viver uma vida sem ser notado, sem ter contato, sem ser desafiado. Pra quê trabalhar em um lugar que não te traz desafios, que não te projeta para o mundo, que não faz seu trabalho ser valorizado? Se você sente essa inquietude, de não querer ser apenas mais um, se quer mais, se quer ser “o cara”, então mete o pé na porta e vai à busca de algo que te traga felicidade!

A perspectiva de crescimento acabou

Você está há muito tempo na mesma função e provavelmente vai ficar aí por muito tempo. Não tem promoção, o salário não aumenta, só aumentam as dores de cabeça e os cabelos brancos, né? Talvez a empresa não tenha um plano de cargos e salários bem definido, que te dê uma noção de onde você está e até onde pode chegar.

Ou então já chegou onde queria e, mesmo assim, viu que não é tudo aquilo que imaginava. Falta algo mais. Talvez você esteja trabalhando em algo que nunca gostou de verdade e, por isso, não se vê crescendo, inovando, sendo feliz. Se você não sabe o que pretende fazer e onde pretender chegar daqui a um, cinco e dez anos, talvez seja a hora de repensar se você está no lugar certo. Um profissional que perde a capacidade de sonhar e buscar crescimento, perde o brilho no olhar, aquele sentimento de fazer mais e melhor, de ser único e fazer a diferença.

Variáveis a serem analisadas antes de pedir demissão

Antes de se demitir, pense bem. Você tem dinheiro pra ficar um tempo sem outro emprego? Já tem outro trabalho em vista? Ou pretende empreender? É bom ter uma boa reserva para imprevistos. Precisamos lembrar que não estamos em um período onde está chovendo vagas. Então, é bom sempre pensar bem. Se você tem uma casa e filhos, é mais complicado ainda! Lembre-se que você tem bocas para alimentar. Com tudo isso em mente, pondere. Converse com a sua família e quem for de sua confiança. Só você pode tomar essa decisão, então faça de acordo com o que você acredita que vai ser melhor pra você. Eu sugiro sempre pensar na sua saúde e felicidade. Afinal, com trabalho e perseverança o dinheiro a gente consegue!

Está insatisfeito com a carreira atual? Mas tem receio de mudar?

Vamos elaborar um planejamento de carreira para essa transição! Pode ser menos angustiante do que você imagina!

Jennyfer Gonçalves

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-saber-a-hora-certa-de-se-demitir/106602/

Créditos da Imagem:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-insatisfacao-profissional/80173/

 

Confira o curta-metragem “Alike” e veja como a rotina pode destruir sua criatividade

O curta-metragem “Alike” retrata como a imposição de padrões pode criar mentes mecânicas e pouco inovadoras.

 

Desde cedo somos estimulados a nos adequar a rotinas padronizadas. O modelo sugere, basicamente, que nos adaptemos aos padrões sociais aceitáveis, decoremos teorias já formuladas e aprendamos práticas conhecidas. Assim, seguimos em um fluxo rumo ao lugar comum.

Quando pequenos, queremos ser astronautas, professores, bombeiros e atletas, tudo ao mesmo tempo. Mas, ainda quando estamos dando os primeiros passos na sociedade, nos fazem acreditar que sonhos como esses são utópicos demais e nos delimitam a um cardápio de opções (pouco variáveis, digamos) de “o que você quer ser quando crescer?”.

Entramos em uma rotina de pensamentos e ações automatizadas, que nos distancia da capacidade que tínhamos quando crianças, quase inata, de imaginar e criar possibilidades para o novo. Essa provocação é o tema que guia o curta-metragem de animação “Alike” (Semelhante, em livre tradução).

Em 7 minutos, os diretores Daniel Martinez Lara e Rafa Cano Méndez questionam quem determina o certo e por que somos orientados a acreditar em uma única maneira de construir sua rotina. Para ilustrar essa contradição, são utilizadas cores, representando a criatividade e imaginação, que se destacam em uma cidade feita por pessoas cinzas, tristes e mecanizadas.

“Alike” é um manifesto pela inovação, pela liberdade de escolha e pela lembrança de que podemos ser aquilo que acreditamos. O curta-metragem está disponível na íntegra no YouTube, e você pode assisti-lo abaixo:

https://youtu.be/kQjtK32mGJQ

Será que é possível fazer diferente? Seguir uma nova carreira com liberdade e acreditar como quando éramos crianças, de que o céu é o limite?

É possível passar por essa transição de maneira tranquila e com mais segurança, vamos conversar?

Jennyfer Gonçalves Psicóloga

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/como-a-rotina-pode-destruir-sua-criatividade/106662/

Comece o plano B estando no plano A

SÃO PAULO – Eis a frase que mais falo nas minhas conversas com CEOs, sejam eles meus clientes de coaching ou não: eu te entendo porque já estive aí, já passei pelo que você passa. Fazer coaching, participar em conselhos e atuar como mentor de empresários me proporciona uma fotografia atualizada das cores e temperaturas da cadeira de presidente de empresa.

A vida dos CEOs no Brasil está cada vez mais complexa, com as mudanças repentinas provocadas pela tecnologia, os novos concorrentes que surgem a cada esquina e a crise econômica que teima em não ir embora. Com a crise política que achamos que tinha passado, mas que não quer nos deixar. Com as metas que só crescem, com a matriz das multinacionais que não compreendem o que se passa aqui, com os chefes alucinados que pedem crescimento e corte de custos ao mesmo tempo. Está difícil. Eu entendo!

Se por um lado o ambiente externo nunca esteve tão desafiador — um adjetivo bonito para dificuldade –, por outro percebo os Cegos cada vez mais enterrados nas empresas tentando resolver um problema atrás do outro. E esse mergulho intenso dentro do conhecido traz efeitos colaterais importantes. Uma entropia que nem sempre permite descobrir soluções novas para problemas que também são atuais. Além disso, noto um sentimento estranho e ambíguo nas lideranças empresariais.

Vejo que alguns até apresentam um perfil de vítima, reclamando da copeira porque o café não veio acompanhado do biscoitinho que ele gosta ou porque seu prato de frutas não está tão saboroso. Mesmo assim não existe vontade de largar o osso — muito pelo contrário. Os CEOs estão cada vez mais presos à posição, ao modo de vida, imersos na rotina intensa de trabalho, viagens, metas e pressões.

Em alguns casos, é um comportamento bem similar a um vício. É curioso verificar essa vontade de que o entorno mude, mas com o desejo de continuar nele. Talvez porque a opção de simplesmente sair, e ter que assumir tarefas comuns, seja assustadora.

Um alerta: se você não quer largar o osso, ele pode querer largar você. Quando isso acontece, quase sempre é rápido, traumático e foge do seu controle. Bem diferente do que você gostaria. Se não estiver preparado para isso, esse rompimento pode ser muito doloroso.

Quem já foi demitido sabe do que estou falando. Quem ainda não foi pode evitar esse gosto amargo começando pelo básico. Recomendo duas medidas extremamente simples, mas importantes:

1) Comece por contratar um plano de assistência médica pessoal, além daquele que a empresa oferece. Se você pensa que isso é só despesa, pois já tem um plano excelente onde trabalha, experimente se imaginar correndo atrás de um plano às pressas e tendo que esperar desesperadamente a carência terminar para começar a utilizá-lo.

2) Tenha um celular e um e-mail pessoal. De novo vem aquela sensação de despesa supérflua, mas não é nada disso. Conheço CEOs que saíram da empresa sem e-mail (raro) e sem celular pessoal (comum) e ficaram muito desorientados. Tarefas simples, mas importantes como comunicar à sua rede os motivos da saída ou marcar encontros com headhunters tornam-se espinhosas, pois toda sua agenda de contatos estava em um número que não lhe pertence mais.

Óbvio? Simples? Trivial? Sim, sem dúvida. Só que muita gente não faz isso enquanto está na empresa, e depois sofre por não ter feito. O estresse está diretamente ligado à falta de escolha. Comece pelo mais básico do básico, mas depois vá aumentando as suas possibilidades e pensando nas linhas iniciais do seu plano B. O melhor momento de fazer isso é exatamente agora, enquanto você está surfando no topo do seu plano A.

Você sabia que é possível mudar de carreira com tranquilidade?

Vamos conversar!

Jennyfer Gonçalves Psicóloga

Fonte:

http://www.valor.com.br/carreira/5089566/comece-o-plano-b-estando-no-plano

Créditos da imagem:

https://leituraecontexto.blogspot.com.br/2013/05/os-planos-e-b-da-vida.html

 

Lei sancionada define o dia 30 de agosto como o Dia Nacional do Perdão no Brasil

A partir deste ano, 30 de agosto será lembrado como o Dia Nacional do Perdão. A lei que institui a data foi sancionada dia 19 de agosto pelo presidente Michel Temer e publicada dia 20 do mesmo mês no Diário Oficial da União.

O projeto de lei foi aprovado em abril de 2015 na Câmara dos Deputados e no último dia 28 nos Senado Federal. A deputada Keiko Ota (PSB-SP), autora do texto, escolheu a data em alusão ao dia da morte de seu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinato aos oito anos.

Na justificativa para o PLC 31/2015, Keiko afirma que o objetivo é propor uma reflexão sobre o tema, além de ressaltar a luta de diversos movimentos sociais e parentes por justiça. Ela e o marido, Masataka Ota, fundaram, em 1997, o Movimento Paz e Justiça Ives Ota.

“Lembro a memória de meu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinado brutalmente aos oito anos. Eu e meu marido, Masataka Ota, perdoamos aqueles que causaram esse mal à minha família”, destacou a deputada.

Entenda o caso

Ives Ota foi sequestrado em casa, na zona leste de São Paulo, em agosto de 1997. Por ter reconhecido um dos homens, que era policial militar e fazia bico como segurança em uma loja da família, o garoto foi morto na madrugada do dia seguinte. Mesmo depois da execução, o grupo continuou negociando o resgate. Os três envolvidos no caso foram condenados.

Na Audiência Geral, dia 21 de setembro de 2016, na Praça São Pedro (Roma), o Papa Francisco disse que “perdoar é o primeiro pilar que sustenta a comunidade cristã”. O segundo, segundo o pontífice, é doar-se. “Estar disposto a doar-se obedece a uma lógica coerente: na medida em que se recebe de Deus, se doa ao irmão, e na medida em que se doa ao irmão, se recebe de Deus”, disse.

Fonte:

http://cnbb.net.br/lei-sancionada-define-o-dia-30-de-agosto-como-o-dia-nacional-do-perdao-no-brasil/

Créditos da Imagem:

http://www.jornaldecaruaru.com.br/2015/01/opiniao-o-que-e-o-verdadeiro-sentido-do-perdao-por-jose-de-aguiar/

Estado de Flow: o que é isso?

Sabe quando sua cabeça, corpo e alma se conectam e você perde a noção do tempo e faz algo extraordinário?

Você que é empreendedor já teve ter passado por isso: começa a fazer um trabalho e dá preguiça, sono, cansaço, acessa as redes sociais ‘vendo tudo’ e ao mesmo tempo ‘vendo nada’. Sua cabeça diz: “Vamos lá… mais um pouco… se concentre!”, por alguns instantes consegue retomar a atividade, mas logo em seguida outras necessidades impedem de completar aquilo que era sua proposta inicial. Por vezes você, até, consegue completar uma tarefa, mas sabe que está inferior à sua capacidade produtiva. Conhece essa sensação? Com que frequência isso tem acontecido?

Existe o oposto: você já fez algo que sincronizou seu corpo, mente, alma e atenção? Onde atingiu a máxima performance? Aquele momento que está trabalhando e as horas passam voando, a fome e o sono desaparecem, não escuta o barulho de mais nada. Vive um estado onde a tarefa que está sendo realizada e quem a realiza se fundem em uma só coisa? Há uma imersão profunda do seu estado de consciência. Sua cabeça pensa com tanta rapidez que seu corpo responde com precisão.

Tem um termo para isso: “Estado de Flow”, ou seja, estado de fluxo. Conceito elaborado na década de 70 pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi que pesquisava sobre a criatividade de artistas e estendeu sua pesquisa para outros campos alavancando junto com o Martin Seligman a Psicologia Positiva.

O Flow é um estado de imersão total. Com foco e concentração máximos, toda a ação, todo o envolvimento e todo o pensamento fluem em sequência à ação, movimento e pensamento que lhes precederam, até o final da realização da atividade. Além de extremo bem estar e sentimento de realização. Podemos ir além e dizer que é um momento supremo de felicidade.

Helder Kamei que é mestre em Psicologia Social e do Trabalho pela USP e autor do livro “Flow e Psicologia Positiva: Estado de fluxo, motivação e alto desempenho” diz que o Flow tem a combinação de quatro elementos: motivação intrínseca, máximo de concentração, estado emocional muito positivo e taxa de alto desempenho.

A pergunta que não quer calar é: podemos ter mais momentos de Flow? Você já deve ter percebido o quando é difícil alcançar esse estado. Pressão do dia a dia, estresse, apelo do mundo digital, falta de tempo e tantos outros componentes que minam nossa produtividade máxima.

Sim! É possível, conscientemente, atingir picos de Flow com mais profundidade e não deixar que o acaso tome conta disso.

Acredito que primeiro há necessidade de sintonizar o estado mental e corporal. Quando seu cérebro está ativo e com menor interferência de emoções negativas sua performance melhora, sua concentração se intensifica, sua produtividade aumenta e seu grau de satisfação é elevado. Dentre tantas opções vou passar três estratégias poderosas para preparar seu cérebro para vivenciar com mais constância o estado de Flow:

 

  1. Busque algo que harmonize seu corpo e mente: meditação, relaxamento, esporte, alimentação, música, pintura, atividade artística, leitura, filme. Todos nós temos um canal que possibilita extravasar e repor nossas energias. Qual é o seu jeito de conseguir isso?
  2. Faça algo fora da sua zona de conforto. Se desafie! Isso cria no cérebro uma instabilidade inicial e depois uma sensação de empoderamento. Acontece um festival de dopamina, serotonina, endorfina, ocitocina. Seu cérebro responde com felicidade.
  3. Tenha um propósito maior que dinheiro, carreira, sucesso. Quando temos claro que viemos ao mundo para deixar um legado temos meta, foco e atitude. Conseguimos deixar o cansaço de lado, a preguiça de fora, as pressões diárias nos impactam menos. Na hora de produzirmos nosso trabalho nosso cérebro fica mais ativo e pronto para criar algo que ultrapassa limites e que gera resultados extraordinários.

Vale a pena ver o vídeo: Felicidade, flow e psicologia positiva: Helder Kamei at TEDxJardins. https://www.youtube.com/watch?v=DExY6NLzU_E

Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/estado-de-flow-o-que-e-isso/106503/

Créditos da imagem:

http://www.onehealthmag.com.br/index.php/voce-500-mais-produtivo/

A era da gestão por propósito

O primeiro passo para atender a este novo modelo de gestão no mercado de trabalho é definir o propósito.

A história do trabalho consiste em uma série de movimentos e rupturas. Atualmente uma nova ruptura começa a se estabelecer, resultado do número crescente de profissionais que atingem o auge corporativo, mas sentem um vazio. Mesmo no emprego dos sonhos, eles se perguntam: para que tudo isso? Gente boa, engajada e capaz é fundamental para ajudar a empresa a crescer. Mas quem são? O que as faz ficar? Nesse contexto de questionamentos entra em cena a Gestão por Propósito.

Para atuar com sucesso com esse modelo

O primeiro passo para atender a este novo modelo de gestão no mercado de trabalho é definir o propósito.  Há casos onde os significados são mais difíceis de se revelar. Se o médico salva vidas e o professor prepara cidadãos, o que faz um pedreiro que constrói uma Catedral? Assenta tijolos? Constrói um prédio? Ou colabora com a fé no mundo?

Compartilhar o propósito é o segundo passo. Nessa fase toda a organização deve ser informada e ter espaço para questionar e contribuir. Até o óbvio precisa ser dito, pois encontrar significado naquilo que parecia inóspito é mobilizador. O terceiro ponto importante é cultivar os propósitos.  Planta que fica sem água padece. Por isso compartilhar histórias e as boas experiências – antigas e novas – colabora para a perenidade desse modelo de gestão inspirador.

Cada projeto, iniciativa ou mudança de rumo precisa ganhar um capítulo específico de discussão de propósito. Faz-se necessário olhar o quanto estes contribuem para o propósito identificado pela organização, mostrando a concepção de unidade. Além da conexão com o macro, existem casos de frentes de trabalho com um significado por si só. Ele também precisa ser compartilhado. Assim cada um sabe da relevância daquilo que realiza, indo além do simples bater meta.

Sem um desempenho positivo, do ponto de vista financeiro, dos clientes, dos processos internos e equipe, inexiste negócio. Entretanto, com um significado maior, profissionais permanecem firmes mesmo nos momentos de crise. Cada um que se identifica com o propósito dá o algo a mais.

Mas, também pode acontecer de alguns não se identificarem com os propósitos compartilhados.  Esses indivíduos, que ficam no meio do caminho, devem ser incentivados a procurar o seu propósito em outro lugar. Passar a existência, ou parte dela, onde nada faz sentido, é desperdício de talento e de energia.

 

*Este artigo é de autoria de Maria Candida Baumer de Azevedo, diretora da consultoria People & Results, e não representa necessariamente a opinião da revista.

Fonte:

http://exame.abril.com.br/negocios/a-era-da-gestao-por-proposito/

Créditos da Imagem:

https://viverdeblog.com/proposito/