Leituras interessantes

3 dicas para usar o sexismo a seu favor no trabalho

As questões de preconceito e desigualdade de gênero que muitas pessoas…

Única mulher na mesa, a jogadora de pôquer profissional Annie Duke ganhou US$ 2 milhões na primeira World Series of Poker: Torneio dos Campeões.

Em uma entrevista para a “NPR”, Annie compartilhou suas impressões sobre seus oponentes e contou como as utiliza em vantagem própria. “Se alguém investiu emocionalmente no fato de eu ser uma mulher, provavelmente não tomará boas decisões na mesa contra mim”, afirmou. Ela tratou o sexismo como parte do jogo, uma forma eficaz de agir, somado a meios de prever o comportamento de seus oponentes.

Embora seja algo emocionalmente desgastante, ela compartimentou e perguntou a si mesma: “Como posso criar a melhor estratégia para ganhar dinheiro? No final, essa não seria a melhor vingança?”. Se ela identificasse, por exemplo, um jogador como “machista desrespeitoso”, ela sabia que, muito provavelmente, teria sucesso ao blefar, já que ele não levaria em conta a capacidade das mulheres de serem criativas.

Annie demonstra várias maneiras pelas quais as mulheres podem usar os estereótipos de gênero em seu benefício. Fora do mundo do poker, as mulheres muitas vezes enxergam consequências negativas quando negociam por si mesmas. No entanto, pesquisas demonstram que quando usam qualidades que são consideradas tipicamente femininas, como ouvir, colaborar e mostrar empatia, elas podem evitar os efeitos negativos do viés sexista.

Além de serem estratégias excepcionais de negociação para qualquer um, essas qualidades não entram em conflito com o modo como as pessoas acham que as mulheres “devem” se comportar. De modo efetivo, você pode usar essas qualidades estereotipadas como femininas de maneira muito parecida com a de Annie.

Veja abaixo, 3 ferramentas eficazes para fazer exatamente isso em sua vida profissional:

 

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  1. Ouça com atenção

Ser um bom ouvinte é um grande trunfo nas negociações, mas é preciso ter atenção e calma quando estamos nervosos, assim conseguimos sintonizar melhor as palavras do outro. Quando nos concentramos demais no que pretendemos dizer ou em causar uma boa impressão, esquecemos de ouvir.

Os psicólogos chamam isso de “efeito next-in-line”. Sabemos que depois que a outra pessoa parar de falar, é esperado que digamos alguma coisa. Podemos estar tão focados no que vamos dizer a seguir que não consideramos o que a outra pessoa está dizendo. Isso pode nos fazer perder a perspectiva.

E esse é o tipo de coisa que acontece o tempo todo em uma negociação. Ao prestar muita atenção, você pode obter informações importantes ou ser capaz de entender o que não está sendo dito.

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  1. Enquadre suas perspectivas nos interesses da outra parte

Essa estratégia é duplamente eficiente porque espera-se que as mulheres se preocupem com os benefícios do grupo, e é mais provável que as outras pessoas digam sim às coisas que o beneficiem.

Digamos que você queira trabalhar de casa ocasionalmente. E que você precise fazer um relatório mensal que exige uma redação detalhada. Uma forma de enquadrar este pedido é dizer algo como: “Quero melhorar os relatórios mensais e tenho uma ideia de como fazer isso. São tantos os detalhes exigidos que seria inestimável dedicar tempo fora do escritório para melhorar a concentração. Eu gostaria de dedicar duas sextas-feiras por mês para escrevê-las em casa. Pode ser?”.

Ao oferecer ao seu supervisor uma solução que beneficia a organização, é mais provável que ele atenda à sua solicitação

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  1. Faça perguntas

Quando você reafirma a perspectiva de seu oponente fazendo algumas perguntas como “será que eu entendi direito?”, você se autoajuda a evitar mal-entendidos e demonstra que está ouvindo os interesses da outra pessoa.

Entender as metas que lhe são atribuídas é uma estratégia fundamental para negociações bem-sucedidas, mas as pessoas geralmente só compartilham sua conclusão ou posição, não suas motivações. Quando você pergunta para a outra pessoa qual a teoria dela, alguns outros tipos de perguntas como (“como você chegou a esse patamar?”) podem ajudar a desvendar a maneira de pensar do seu interlocutor.

Vamos imaginar que o seu supervisor inicialmente diz não ao seu pedido para trabalhar em casa às sextas-feiras. Isso pode ser porque ele precisa de você no escritório nesses dias, mas as terças-feiras podem funcionar melhor. Talvez seja um “não por enquanto”, mas em seis meses ele pode concordar. Fazer perguntas com o intuito de acompanhar determinados temas, tais como “você estaria disposto a compartilhar sua forma de pensamento?”, pode ser a melhor maneira de aprender mais, a fim de alcançar objetivos que sejam bons para todos.

De certa forma, as abordagens acima reforçam os papéis tradicionais de gênero. Em seu livro “What Works for Women at Work” (“O que funciona para as mulheres no trabalho”, em tradução livre, ainda sem versão em português), Joan C. Williams sugeriu que um título de livro alternativo poderia ter sido “Lidar com a Porcaria Enquanto Aguarda Mudança”, o que pode ser facilmente entendido.

Mesmo que não seja tão consciente como foi para Annie, ajustar nosso comportamento para se adequar a um sistema injusto pode ser desgastante e enlouquecedor. Mas pense nessas estratégias menos como “negociando como uma dama” e mais como “conseguindo o que você quer e mantendo relacionamentos”.

As questões de preconceito e desigualdade de gênero que muitas pessoas enfrentam não são apenas individuais. É preciso uma mudança sistêmica para que uma mulher possa pedir o que precisa ou merece sem medo de repercussões. No entanto, há que se operar dentro do sistema como existe hoje, enquanto – para aqueles que se sentem obrigados – tentamos mudá-lo.

A consciência dos preconceitos contra as mulheres pode ajudar a tornar mais fácil conseguir o que elas querem.

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Sexismo

O sexismo, em princípio, se baseia na ideia de que o homem é melhor e mais competente do que a mulher, uma concepção que se assemelha ao machismo, mas vai além. Trata-se de uma atitude discriminatória que define quais usos e costumes devem ser respeitados por cada sexo, desde o modo de vestir até o comportamento social adequado. Ser sexista não é privilégio do grupo masculino, pois mulheres ou gays também podem adotar seu discurso. A sociedade, de maneira geral, é sexista e educa as crianças de forma a reproduzir modelos binários em que a tendência é de que um sexo deva ser complementar ao outro. Ter medo de que um menino “vire gay” por brincar com boneca é um pensamento sexista. Já a expressão “homens são de Marte, mulheres são de Vênus” é sexista por constranger os sexos a serem de uma determinada forma, tanto em relação ao seu comportamento quanto em relação ao seu caráter. Outro exemplo é colocar as mulheres sempre na condição de vítima, ideia que sinaliza uma condição de eterna submissão. Uma das consequências da cultura sexista é a homofobia e a desigualdade de poder, oportunidades e salários que homens e mulheres vivem no mundo profissional.

Fonte: https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/11/3-dicas-para-usar-o-sexismo-a-seu-favor-no-trabalho/

Fonte: https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2018/12/03/machismo-sexismo-e-misoginia-quais-sao-as-diferencas.htm

Fonte das imagens:

https://pt.depositphotos.com/57990555/stock-illustration-no-sexism.html

https://todateen.com.br/frases-festas-final-de-ano/

https://presencia.unah.edu.hn/noticias/una-parada-en-la-estacion-de-los-estereotipos-para-lograr-un-yo-autentico/

https://tatianasaoli.wordpress.com/2015/07/13/50-perguntas-intrigantes-para-fazer-voce-pensar/

 

 

Qual a importância da equidade de gêneros?

Quando essa discussão se volta para a equidade de gênero, o que é possível debater?

A PricewaterhouseCoopers (PWC) lançou em junho de 2017 a iniciativa CEO Action, ação voltada para diversidade e inclusão, com a inscrição de 175 executivos-chefes (a lista incluía empresas renomadas como Cisco, HP, Morgan Stanley e Walmart). Um dos princípios fundamentais da campanha é que os CEOs se inscrevam e se comprometam com a diversidade, além de fazer acompanhamento com atividades e algumas colaborações adicionais.

Hoje, há mais de 500 CEOs nas principais empresas do mundo. No dia 7 de dezembro de 2018, a CEO Action pediu aos executivos que realizassem uma discussão sobre o entendimento de todo o processo.

Quando essa discussão se volta para a equidade de gênero, o que é possível debater?

Veja abaixo o estado atual da diversidade de gênero no ambiente de trabalho, no universo CEO:

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A realidade acerca da igualdade de gênero dentro das empresas

Segundo pesquisa, serão necessários 217 anos para alcançar a equidade de gênero, 168 anos apenas na América do Norte (EUA e Canadá). Junte isso ao fato de que há somente 26 CEOs mulheres na lista “Fortune 500”. É óbvio que temos um problema com a igualdade de gênero no ambiente de trabalho.

A falta de mulheres nos cargos de CEO aponta que há falha na primeira promoção. Os homens são promovidos 21% mais que as mulheres desde a primeira ascensão no mercado de trabalho. Mas, afinal de contas, por que as mulheres não falavam sobre isso antes? A verdade é que elas o faziam, e ainda fazem. Contudo, a pesquisa mostra que as mulheres são penalizadas por falar. Não é tão fácil.

Das 279 empresas que participaram do estudo “2018 Women in the Workplace”, apenas 38% definiram metas para a representação de gênero. Como é difícil imaginar essas empresas não definindo metas para o desempenho financeiro, não é surpresa para ninguém que 20% dos funcionários sintam que o compromisso de sua empresa com a igualdade de gênero é algo da boca pra fora.

Focar no pagamento, embora seja importante, não é suficiente. O pagamento é o sintoma, não a doença. Pagar é a representação quantitativa do valor que você atribui a seu trabalho, fruto de dedicação, assim como desempenho e promoção.

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A diversidade no local de trabalho

Se quisermos ter uma discussão franca sobre equidade de gênero, podemos começar com uma suposição: em uma entrevista de emprego, se existir apenas uma mulher em meio a um grupo de candidatos, ela provavelmente não tem chances de conseguir o emprego.

Dado nosso estado atual, no qual os homens detêm a maioria de todos os cargos de liderança (95% dos CEOs da Fortune 500 e 62% dos cargos de gerência), temos de entrar em uma conversa que procure entender as diferentes experiências das mulheres em meio à força de trabalho.

Podemos começar com compromisso. Esse é o primeiro passo. O segundo é viver o compromisso. Colocá-lo em ação.

Podemos ir além dos números de representação simples para procurar entender as estatísticas em torno das funções exercidas. Essa informação pode nos ensinar como realmente podemos viver essa experiência, o compromisso com a equidade. Por exemplo, no dia 7 de dezembro de 2018, uma lista inicial para os CEOs discutirem estava disponível e, com isso, a pretensão era fazer com que eles entendessem um pouco mais sobre o tema:

Quem geralmente se torna um CEO com mais facilidade?

Como algumas mulheres perderam esse cargo?

Como as mulheres podem incentivar umas às outras se elas geralmente são únicas em uma entrevista de emprego?

Por que as mulheres enfrentam tantas dificuldades quando se tornam mães?

Podemos também garantir que as perguntas não sejam baseadas apenas na experiência das mulheres no local de trabalho. A equidade de gênero não é sinônimo de direitos das mulheres. Temos de incluir os homens e falar sobre como a desigualdade de gênero os afeta ao longo da vida. O diálogo interno das normas de gênero começa cedo e limita os caminhos futuros que os homens podem escolher para si mesmos, desde a busca de papéis não tradicionais como pais que ficam em casa até a própria identidade no trabalho.

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A equidade de gênero é uma oportunidade para todos

Os dados mostram que converter uma conversa em ação não é apenas a coisa certa a se fazer, mas também a coisa mais inteligente a ser praticada. A partir de pesquisa em mais de 4.000 empresas, em 29 países, foi descoberto que, para cada aumento de 10% na equidade de gênero, há um aumento de 1% a 2% nas receitas.

Fonte: https://forbes.uol.com.br/carreira/2018/12/qual-a-importancia-da-equidade-de-generos-no-universo-ceo/

Fonte Imagem: http://mulheres.org.br/atendimentos/saude-das-mulheres/

Fonte Imagem: https://mdemulher.abril.com.br/carreira/relatorio-da-onu-indica-que-mulheres-ganham-24-menos-do-que-homens/

 

 

 

Acabou o Carnaval, o ano começou: como se manter produtivo durante todo o ano?

O seu ano começa só depois do carnaval? Talvez você esteja atrasado…. Saiba como recuperar o tempo perdido e aumentar a produtividade durante todo o ano!

Você já ouviu falar que o ano só começa depois do Carnaval, certo?

Especialmente quando a festa acontece entre fevereiro e março, o ritmo de trabalho só volta ao normal depois da Quarta-Feira de Cinzas.

Enquanto você ainda está encontrando glitter pelo corpo, que tal aproveitar para aprender como ser mais produtivo?

Separamos algumas dicas que vão te ajudar a render muito mais. Confira! 

Elimine distrações

WhatsApp, Instagram, memes, vídeos de gatinhos, a música nova da Anitta…

Hoje em dia, é fácil de perder o foco. Afinal, a internet e o ambiente de trabalho fornecem distrações de sobra.

Segundo estudos, somos interrompidos a cada 3 minutos quando estamos conectados.

Mas tanta informação e diversão atrapalham a nossa produtividade de maneiras que nem imaginamos.

Para o cérebro conseguir focar completamente em uma tarefa depois de ser distraído, são necessários de 15 a 23 minutos.

Para não deixar que isso aconteça com você, é necessário preparar o seu ambiente e eliminar distrações.

Tire o celular do cômodo, feche a porta e encerre todas as abas do navegador que não sejam essenciais para a tarefa que você está fazendo no momento — em especial o e-mail e as redes sociais.

Defina um horário para checar o e-mail

Um complemento da 1ª dica.

O e-mail é uma das principais ferramentas de distração no ambiente de trabalho.

Quando você está no trabalho, por exemplo, pode desenvolver o hábito de resolver rapidamente todas as tarefas recebidas na caixa de entrada.

O resultado? Atraso para completar os seus objetivos principais, já que você interrompe constantemente as suas tarefas para se encarregar de outras que pipocam na caixa de entrada.

Pois aí vai uma dica:

Separe 3 momentos no dia para abrir a caixa de entrada e resolver tudo o que é possível em 3 minutos. Fora isso, agende o que demanda mais tempo.

No restante do dia, nada de aba com o e-mail aberto!

Esse insight pode melhorar a sua produtividade de maneira absurda!

Descubra o seu horário mais produtivo

Todos nós temos partes do dia que são picos de produtividade, e isso tem muito a ver com o seu organismo, com o seu ciclo do sono e até com os seus hábitos alimentares.

Durante o dia, tente realizar as suas tarefas em horários diferentes e identificar em qual é mais fácil focar e dar conta de tudo.

A partir desse exercício de autoconhecimento, tente organizar o seu dia para deixar as tarefas mais difíceis ou as que precisam de uma motivação maior para esse horário em especial.

Tenha rituais

O ser humano é feito de hábitos.

Para melhorar a sua produtividade, uma boa dica é criar pequenos rituais para começar a trabalhar.

Ao serem feitos, eles mandam o recado para o seu cérebro que é hora de focar! Pode ser relacionado à música que você ouve, ao seu ambiente de trabalho ou até mesmo a um alongamento antes de começar.

Por exemplo: separe um ambiente da sua casa para trabalho, coloque fones de ouvido com alguma playlist para concentração e se sente com a coluna ereta na cadeira.

Acredite, o foco virá naturalmente!

Metrifique o seu rendimento

O que não é medido não pode ser melhorado, já dizia Peter Drucker.

Como você vai saber se está mais produtivo se não metrificar o seu rendimento?

Para que isso não vire mais uma distração, use algumas ferramentas que façam isso por você, como o Rescue Time.

O app, quando instalado no seu desktop, mede quanto tempo você passou trabalhando e em quais sites ou programas você mais ficou.

Além disso, ele apresenta, semanalmente, gráficos de produtividade.

Tenha metas

Metas são a melhor maneira de encontrar motivação.

Você pode definir tantas metas de rendimento (“vou trabalhar 7 horas por dia essa semana”, por exemplo) quanto mais focadas nos objetivos (como “hoje vou escrever 2 artigos e fazer 1 curso”).

O importante é traçar metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com um prazo definido.

Não se esqueça, também, de separar uma hora no dia, na semana ou no mês para acompanhar o cumprimento desses objetivos e fazer um balanço dos fatores que ajudaram ou atrapalharam a sua jornada.

Liste as suas tarefas

Às vezes, temos tanta coisa para fazer, que ficamos até meio perdidos e sem saber por onde começar, não é mesmo?

Algo que ajuda muito nesses momentos é listar tudo o que precisa ser feito, definindo prioridades e uma ordem otimizada.

O Keep, do Google, pode ser de grande ajuda.

Nesse aplicativo é possível criar checklists com todas as tarefas do dia e mover os itens conforme você for identificando as prioridades.

Regule o seu sono

Sem o descanso adequado, a mente não funciona direito.

O ideal é, pelo menos, 7 horas de sono diárias para ter energia total ao desempenhar as tarefas.

Uma boa dica é ir para a cama mais cedo, deixando a TV, o celular e o computador longe do seu ambiente de descanso.

Um chá, um livro e algumas músicas relaxantes podem te ajudar a melhorar o seu sono e a dormir mais cedo.

Faça exercícios físicos

Outra dica boa para melhorar tanto o seu sono quanto a sua produtividade é fazer exercícios físicos, especialmente pela manhã.

Logo depois de correr por exemplo, você vai sentir uma energia vindo, principalmente da endorfina liberada durante o exercício.

É nesse momento que você pode ficar mais produtivo para acabar com aquela tarefa chatinha do dia anterior que ficou pendente…

Use a técnica Pomodoro

Umas das técnicas efetivas para aumentar sua concentração é a Pomodoro, na qual você divide o seu dia em blocos de trabalho e descanso.

Para cada 25 minutos de foco, 5 minutos de distrações. E a cada 4 pomodoros, 1 tempo de descanso maior (de 10 a 15 minutos).

Dessa forma, você condiciona o seu cérebro a trabalhar, pois ele saberá que depois do período de concentração haverá alguma recompensa.

Para te ajudar a medir os seus ciclos, você pode usar a extensão Forest para Google Chrome, Android e iPhone.

Ela também bloqueia os sites indesejados ou a tela do seu smartphone durante o Pomodoro, liberando o uso apenas depois que o tempo terminar.

Outro ponto positivo dessa aplicação é que você pode personalizar a duração do ciclo (afinal, 25 minutos nem sempre são suficientes para terminar uma tarefa).

Mas lembre-se: o cérebro consegue focar por cerca de 90 minutos sem distração!

Desligue as suas notificações

Sabe quando você está mega concentrado em uma tarefa, mas tudo acaba com uma olhadinha de longe para o smartphone, quando o danado denuncia novas mensagens ou interações no Instagram?

Não é preciso dizer o quanto isso é prejudicial para a sua produtividade, não é mesmo?

Desligar as notificações é algo que não só a trabalhar mais e com um foco maior, mas que também melhora os seus níveis de ansiedade.

Você pode se inspirar neste texto e remover todas as notificações push do seu celular no Android, isso é bem fácil de fazer.

Assim, você pode controlar melhor quando usar o smartphone, definindo as suas horas de uso pela sua vontade, e não pela frequência que os aplicativos requerem a sua atenção.

Cuide da sua alimentação

O trabalho intelectual, por mais que seja feito sentado em frente ao computador, exige muita energia.

O cérebro precisa de glicose para funcionar e, quando não estamos bem alimentados, facilmente ficamos fadigados, desmotivados e sem nenhum foco.

Por isso, nunca pule refeições e procure incluir carboidratos saudáveis na sua dieta.

Pode ser uma fruta, uma barrinha de cereais ou até mesmo um sanduíche com pão integral.

Masque chicletes (com moderação)

Essa dica é um hack de emergência que você pode usar quando o sono está atrapalhando o foco e o deadline está prestes a terminar.

É comprovado cientificamente que mascar um chiclete aumenta a concentração.

Isso acontece porque, quando mastigamos, o nosso cérebro recebe a mensagem que estamos nos alimentando. Assim, ficamos em alerta.

Mas use essa dica com moderação! Se virar um hábito, o chiclete pode causar gastrite e outros problemas no sistema digestivo.

Medite

Meditar todos os dias tem o poder de reduzir o estresse, aumentar a concentração e controlar a pressão arterial — fatores suficientes para melhorar a produtividade e a qualidade de vida.

Você verá a diferença que essa pequena pausa fará na sua disposição e no seu foco durante o dia.

Concentre-se em 1 tarefa por vez

O multitasking, que já foi tão celebrado nos ambientes de trabalho, pode ser um dos principais inimigos da produtividade.

Ao tentarmos focar em várias tarefas ao mesmo tempo, acabamos não concluindo nenhuma.

Para ter um dia muito mais produtivo, faça apenas 1 tarefa por vez, com concentração total.

Assim, você termina mais rápido o que precisa fazer e consegue executar o seu trabalho com maior qualidade e precisão.

Fonte: Marketing de Conteúdo

A pergunta que não quer calar: dá pra mudar de carreira depois dos 30 anos?

Muitas pessoas após os 30 anos acreditam estar velhas para se recolocar no mercado de trabalho. Veja por que isso não é verdade

Para muitas pessoas, a chegada dos 30 anos anuncia a hora de pensar seriamente sobre a carreia e refletir se estamos no lugar certo.

Muitas vezes é preciso tempo e experiência para descobrir o que você gosta e onde as suas habilidades se encaixam.

Com o amadurecimento que se inicia aos 30 anos, conseguimos compreender melhor se estamos satisfeitos em nossa posição atual, ou se precisamos de mudanças.

Se você acredita que após os 30 estará fadado a ter a mesma carreira, aqui estão algumas das razões para a mudança de carreira após os 30 anos e, principalmente algumas dicas de como conduzir essa mudança.

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Razões para mudar de carreira

A demissão

Não há dúvida de que ser demitido pode ser uma situação estressante e decepcionante. Primeiramente, nos sentimos incapazes e podemos ficar profundamente magoados com isso se não superarmos logo. Porém, para algumas pessoas a demissão pode servir como um empurrão para o recomeço. Já que será preciso começar de novo, nada melhor do que repensar se você quer continuar fazendo o que estava habituado.

A satisfação no trabalho

Estar entediado, frustrado ou geralmente insatisfeito com o seu papel atual é uma razão perfeitamente legítima para colocar qualquer profissional a pensar sobre a mudança de carreira, independentemente da idade. Se você tem a sensação de que seria muito mais feliz em uma carreira diferente, ou está à procura de um novo desafio, isso pode servir de sinal de que é hora de você considerar carreiras alternativas.

O aumento de renda

O salário é um dos maiores medos associados à mudança de carreira após os 30 anos. No entanto, dependendo da sua carreira, partir para outras oportunidades pode realmente significar um incremento de salário.

Muitas vezes passar por uma reciclagem faz com que você consiga um emprego mais rápido em outra área, com reais possibilidades de crescimento, o que significa um potencial aumento salarial. Mas, isso não significa que você deve começar por baixo. Seja qual for a sua situação atual, você certamente terá competências inestimáveis que poderão ser aproveitadas em sua posição futura.

Fonte: http://www.vidaecarreira.com.br/mudanca-de-carreira-1/pergunta-que-nao-quer-calar-da-pra-mudar-de-carreira-depois-dos-30-anos/#comment-258748

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Como lidar com o bloqueio criativo?

Bloqueio Criativo é aquele momento de dificuldade que as pessoas se encontram em determinadas situações ao precisar de uma nova ideia ou inspiração. E todo mundo já passou ou vai passar por isso alguma vez na vida. Pode acontecer com qualquer um, principalmente para aqueles que trabalham diretamente com a criatividade.

Muitos acham que é uma bobeira e não passa de uma desculpa para não cumprir com algo, mas pessoas que investem na parte criativa sabem o quanto isso pode ser assustador, principalmente quando estamos fazendo algo importante pra gente.

O fato é que precisamos estar cientes que antes da tentar eliminar ou amenizar esse bloqueio, precisamos entender o porquê de sua existência. Assim, quando encontrado o motivo, podemos trabalhar com um foco especial em cima do problema, e até mesmo fazer com que ele não aconteça nunca mais. Obviamente, cada pessoa tem sua própria razão para o bloqueio. O cérebro humano é complexo, ainda mais na parte criativa. Cada um é cada um, mas existem algumas táticas que cabem para todo mundo, e é isso que trago para vocês aqui nesse post e convido-os a darem uma lida!

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Alguns aspectos que nos afetam e fazem com que fiquemos com bloqueio criativo:

  1. Perfeccionismo:

Muitas pessoas buscam tanto o resultado perfeito que acabam não cumprindo com todos os seus objetivos. E mais, muitas vezes nem terminam o que estavam fazendo. A busca pelo perfeito pode fazer com que a fluidez de uma ideia criativa se perca. Pense, escreva, fuja do seu ideal e da zona de conforto que assim você poderá executar melhor suas ideias, sem medo de errar. Faça um trabalho bom, faça um trabalho ótimo, mas se permita errar! Comece com uma inspiração que apresente potencial, faça uma estrutura básica de construção e execução da ideia e a partir daí adicione melhorias ao longo do caminho.

  1. Medo e Preocupações:

A insegurança, principalmente diante de situações novas na nossa vida, acontece. Isso é algo que afeta muitas pessoas. Mas em grandes proporções, a incapacidade de começar ou até mesmo concluir alguma coisa por medo, faz com que a pessoa trave e deixe de agir. Essa situação precisa ser combatida para a libertação da criatividade e para que avanços aconteçam. É necessário entender que o pior que pode acontecer quando botamos planos para funcionar, é um “não”. Mas também pode ser um “sim”! Então o que custa tentar? Criatividade não tem limite e encará-la sem sentir medo é uma tarefa difícil, mas a partir do momento que conseguimos pela primeira vez, o resto fica mais leve e libertador.

  1. Stress, Irregularidade no Sono, Saúde, Preocupações no Trabalho e na Vida Pessoal:

Não são apenas fatores propriamente ligados ao nosso psicológico que nos fazem sofrer com o bloqueio criativo. O estresse do cotidiano, a falta de uma jornada de sono completa e outros problemas podem acabar com o nosso ânimo e com a nossa disposição. E sabe o que isso significa? Menos chances de alcançar a criatividade e sair do ponto de estagnação. Mas olha o lado bom: esse probleminha é fácil de resolver! Você só precisa dormir e descansar mais, se exercitar e tirar um tempo pro lazer. Afinal, o lazer é um combustível importante pra vida!

Pois bem leitores(as), é importante saber sim os motivos pelo qual vocês estão sentindo esse tal de bloqueio criativo, mas a aceitação disso também é válida. “O bloqueio criativo está acontecendo e temos que saber lidar com ele agora”. Essa aceitação é necessária para que comecem a ser tomadas atitudes para acabar com tudo isso e abrir as portas da criatividade. E pra quebrar essa barreira podemos utilizar esses métodos:

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  1. Acredite em você:

Como já foi dito o primeiro passo é aceitar que você está tendo um bloqueio e que está tudo bem. O importante aqui é não desacreditar de si mesmo. Não é porque você está tendo dificuldades agora que você deixou de ser uma pessoa criativa.

  1. Faça um Brainstorm:

Por mais que você esteja passando por algum bloqueio, sempre existem alguns pensamentos sobre aquilo que estamos produzindo, mesmo que sejam pensamentos pequenos. E utilizar a técnica do brainstorm, que consiste em estimular a criatividade e gerar ideias por meio da escrita em um mapa mental, é uma boa maneira de colocar pra fora aquilo que está pensando.

Mas assim, procure anotar todas as suas ideias, das mais óbvias até as mais absurdas, porque elas podem ser amadurecidas no futuro. Tudo é relevante e qualquer ideia pode iniciar um grande projeto. Dentro desse pensamento de anotar tudo que passa pela sua cabeça e não desvalorizar nenhum tipo de ideia, surge a questão: E se minha ideia vier em uma situação aleatória da minha vida? Pois bem, sempre tenham algo pra anotar perto de vocês, porque sim, as ideias podem aparecer quando menos esperamos.

  1. Procure por Inspiração:

Nunca é pouco quando se trata de buscar inspiração. Independentemente do que você está planejando. Observe as coisas a sua volta: pesquise trabalhos semelhantes, assista filmes e vídeos, ouça música, se jogue no Pinterest, leia livros e etc. Encontre aquilo que agregue a seu conteúdo, mas que possa tirar um pouco a sua mente da obrigação de ter que criar alguma coisa exatamente naquele momento.

Procurar por coisas motivacionais externas te estimulam e ajudam na sua própria motivação interna. Mas cuidado com as distrações, principalmente as digitais, existe uma grande possibilidade de você se distrair demais consumindo muito conteúdo por fora desfocando do seu objetivo principal.

  1. Mude o Ambiente

Mudar-se de ambiente não só vai te ajudar com as coisas que foram citadas acima, como também pode ajudar no seu foco e motivação. Vá a uma biblioteca, um café ou até mesmo pegue uma sala em um coworking, por exemplo. Ficar cercada de outras pessoas que tem os mesmos objetivos criativos que você, pode ser uma ótima alavanca de inspiração.

O seu ambiente de trabalho ou o local em que está precisando ser criativo é um cenário muito importante para o seu desenvolvimento, perceba o que te faz sentir-se mais confortável e trabalhe em cima disso, pode ser até uma mesa mais arrumada, uma cadeira mais confortável, ou objetos ao seu redor que podem acabar te distraindo. Examine bem cada detalhe que faz parte do seu ambiente e faça as mudanças necessárias para o seu bem criativo.

  1. Relaxe e Faça Coisas Diferentes

Quando seu cérebro já está esgotado e percebe que todas as suas tentativas não estão funcionando, ficar ansioso e querendo fazer tudo muito rápido só vai te atrapalhar. Quando você relaxa, consegue descansar a mente e o corpo juntos.

E você não precisa necessariamente parar tudo e não fazer mais nada. A execução de uma outra tarefa que não canse muito sua mente pode ajudar a exercitar seu lado criativo, limpando a sua mente e elevando o seu o humor.

Vá para outros lugares ou ambientes, faça uma caminhada, tome um café gostoso. Sair do seu local pode ajudar a você ter uma visão diferente do seu problema e também é ótimo pra inspiração. Quando voltar, seu trabalho ainda estará ali e você e seu cérebro vão estar mais calmos e mais abertos a receberem ideias novas.

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E o mais importante: Não force e se permita!

Quando você tenta forçar as coisas, geralmente o resultado pode ser pior do que imagina, porque você acaba tirando a alegria e paixão em desenvolver a ideia por pura pressa. A dica valiosa aqui é você saber quando parar. É como se exercitar, quanto mais você forçar seus limites de forma exagerada, mais chances de acabar se machucando.

Independente da forma que escolheu pra lidar com esse bloqueio, preste atenção em você, no que funciona e deixa de funcionar no seu processo criativo e na sua vida. O quanto antes você se decidir e aprender sobre si mesmo, mais fácil será para lidar com essas coisas.

E obviamente, essas sugestões são pequenas dicas pra melhorar o seu dia a dia, que poderão sim mudar a forma como lida ou evita o bloqueio criativo. Dê chances a essas dicas, mas também não tenha medo de procurar ajudas maiores caso seja necessário! Como a psicoterapia ou orientação profissional.

E me digam o que vocês estão achando? Já passou por alguma situação como essa? Como você lidou com ela? Tem alguma dica pra compartilhar com a gente também? Tira alguns minutinhos pra compartilhar seus pensamentos por aqui e também nas suas redes sociais! Assim podemos todos nos ajudar, assim como eu espero que tenha ajudado vocês também! Obrigada e até a próxima!

Fonte: http://www.criatilha.com.br/como-combater-o-bloqueio-criativo/

Fonte da Imagem:

http://www.four.com.br/bloqueio-criativo/

http://minhalogocom.blogspot.com/2014/07/bloqueio-criativo-como-evita-lo.html?spref=pi

http://www.conversacult.com.br/2009/11/bloqueio-criativo-texto-sem-bloqueio.html

http://www.all-affective.com.br/blog/bloqueio-criativo-para-inovacao-entenda-como-superar-esse-mal/

 

8 motivos para fazer sua faculdade valer a pena em 2018

Falar mal da faculdade é o novo falar mal do chefe. É post viralizando no Facebook. É convite de formatura com desabafo. Falar mal do chefe sempre foi um meme*, mesmo quando nem havia cheiro de internet. Pode ser a pessoa mais ‘de luz’ que você já conheceu, vai ter reclamação. Agora é a vez da faculdade. Tem dias ruins nessa saga de ser estudante de graduação? Ô se tem. O que não dá é pra igualar tudo e todos. Aí vão 8 bons motivos para fazer valer a pena:

1- Ache sua turma. Faça bons amigos. No bar ou no TCC. Pros dias bons e ruins. Eles vão pra além daqueles muros, você vai ver.

2- Conviva com gente diferente. Raça, credo, valores, jeito de pensar. Vale aproveitar a oportunidade para, realmente, se dar conta que o mundo não é igual à sua escola, seu bairro, sua família. E isso faz um bem danado

3- A prática não é mais importante que a teoria. O aprender só na prática não vai te ensinar tudo sobre o mundo. Leitura, complexa ou não, continua sendo fundamental. Conhecer o que outras pessoas já descobriram ou pensaram, antes de você, vai te livrar de cada uma lá na frente. Acredite!

4- Ser autodidata ou aprender tudo sozinho, sem a ajuda de ninguém, nem sempre é bom. Aproveita os grupos de estudo, a monitoria, os amigos. Não dá para saber tudo sobre tudo. Aprender com o outro é possível. Inclusive, de vez em quando, na sala de aula com o professor.

5- O mundo não é uma classe alta ou média. Nem todo mundo pode deixar o Enem para depois, viver um ano sabático ou fazer trabalho voluntário. Se você pode, ótimo, mas esse não é o caso de muita gente, então, a faculdade é sim um excelente caminho para romper com uma série de padrões e ampliar as possibilidades de trabalho. Confie!

6- As atividades extracurriculares podem ser um jeito incrível de se conhecer, de saber o que você gosta e o que faz bem. Essas são as primeiras perguntas de um processo seletivo. Pergunte aos seus colegas, professores, amigos. Aproveite os vários espaços de aprendizado para buscar essas respostas e desenvolver uma inteligência tão importante quanto a intelectual: a inteligência emocional. No dia a dia de trabalho ela vai ser a número 1. E se você já trabalha, mesmo que fora da área da sua graduação, essa pode ser uma oportunidade de aprendizado.

7- Amplie seu repertório. Se isso for possível na sua faculdade ou na sua rotina, vá assistir aulas ou curse uma disciplina em outra graduação. Sabe aquela sensação de ‘eu gosto de tanta coisa’? Explore na faculdade! Vá saber se você gosta mesmo ou se é curiosidade passageira.

8- Largar ou trancar a faculdade não, necessariamente, vai te curar de uma depressão, ansiedade ou pânico. É importante falarmos sobre isso. Esses são processos complexos e doenças graves que, na maioria das vezes, não tem uma só causa ou causador. As somas das experiências difíceis na faculdade possam, claro, ser um gatilho, mas é preciso procurar ajuda médica e psicológica e entender que não é a ausência da faculdade que cura.

A faculdade não é mesmo o único jeito de viver essa lista, mas ela é, sem dúvida, um desses jeitos. Vale aumentar esse número de motivos. Pergunta pra quem já se formou há algum tempo: do que você tem saudades? Mesmo não sendo do jeito que você sonhou, o que ficou dessa experiência? Dá sim para fazer valer a pena! Quais são os seus motivos?

*meme = informação que, facilmente, se multiplica.

Créditos da imagem: https://exame.abril.com.br/carreira/as-10-faculdades-que-mais-formam-vencedores-de-premio-nobel/

Fonte: Por Renata Magliocca, Consultora de Inovação da Cia de Talentos.

Sua carreira depende unicamente de você!

Hoje vamos compartilhar uma história que é um excelente convite à reflexão sobre como cada um de nós conduz sua própria carreira.

Trata-se de um paisagista, hoje bem-sucedido, que não teve receio de batalhar para conquistar seu sonho. Em meados dos anos 80, ainda nos primeiros anos da faculdade de arquitetura, ele admirava muito o trabalho de Roberto Burle Marx. Era sua principal referência e considerava importante aproximar-se de seu trabalho e, por que não, tentar conhecê-lo.

Sem muitas esperanças, o jovem estudante resolveu ligar no escritório do famoso paisagista e ver se conseguia algo. Uma pessoa atendeu e ele explicou o que queria. A pessoa não fez perguntas e transferiu a ligação para um homem de voz rouca. Era o próprio Burle Marx que, sem titubear, disse: “venha até minha casa no domingo”. Foi tão fácil que o jovem estudante não acreditou que aquilo tinha acontecido. Ligou novamente e, desta vez, foi a secretária que atendeu, confirmando tudo.

E lá foi o jovem naquele domingo, acompanhado de um amigo, vivenciar e aproveitar aquele momento especial. No fim da visita, o jovem agradeceu a oportunidade e, para mais uma surpresa, Burle Marx disse “volte quando quiser”. E assim fez o jovem algumas vezes para observar de perto seu trabalho e aprender cada vez mais.

Moral da história? Quando um profissional tem clareza de seus objetivos profissionais e quer atingi-los de verdade, ele tem atitude e faz por merecer.

Neste caso, o jovem paisagista teve uma boa dose de sorte. Mas o que motivou Burle Marx a abrir as portas de sua casa foi a determinação e a vontade de aprender que estavam na fala daquele iniciante.

O sucesso na carreira estará sempre mais perto de quem sabe o que quer e se mobiliza para que as coisas aconteçam. Nada é completamente impossível quando se tem atitude. O “não” todos nós já temos. Agora o “sim” é uma possibilidade a ser conquistada e essa conquista está nas mãos de cada um de nós. Pense nisso e lembre-se de que nunca é tarde para começar a exercer o papel de protagonista da sua própria história profissional.

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/o-primeiro-passo-sera-sempre-seu

Créditos da Imagem:

https://www.quironeducacao.com.br/o-poder-do-protagonismo/

10 dicas para quem quer ser inovador em qualquer área

A palavra inovação tem aparecido cada vez mais no universo do trabalho. Mas, você sabe o que ela significa de fato? Inovar é encontrar soluções estratégicas para a empresa antes que os problemas apareçam, assim o negócio se mantém competitivo. Na prática, isso representa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, ampliação das margens de lucro, entre outros benefícios.

A necessidade de inovar não é de hoje, o que mudou é a forma como isso é visto agora. Anteriormente, a inovação estava voltada apenas para fora: novos produtos, novos negócios. Nos tempos atuais, porém, ela se volta para dentro: inovar é um modo de operar, pensar e estar nas empresas.

Uma habilidade para a inovação e que é essencial nos dias de hoje é ter a capacidade de navegar na incerteza. Por muito tempo, organizações e governos operaram com uma falsa ilusão de controle e previsibilidade de suas ações. Hoje, não temos total controle do resultado e consequência que uma ação pode gerar, portanto, se propor a inovar é justamente um convite para ocupar um lugar de vulnerabilidade, o lugar onde pode dar tudo errado, mas também o lugar onde pode dar tudo certo. Testar, ajustar, experimentar faz parte do processo de inovar.

Para quem quer ser um profissional inovador, aqui vão algumas dicas:

Não tenha pressa. A maturação de uma ideia pode levar tempo.

O nascimento de uma nova ideia acontece quando rejeitamos ou reaproveitamos ideias antigas em novas combinações.

Participe de projetos em grupos. Quem se isola, corre o risco de ficar preso a certos conceitos.

Permita-se perder o foco de vez em quando e reserve um tempo na agenda para inovar. As ideias gostam de uma dose de dispersão.

As boas ideias são flexíveis e se adaptam a novos desafios.

Aprenda que um erro serve para “adubar o terreno” em que novas ideias surgirão.

É importante anotar tudo que inspirar você “sem compromisso”.

Não se contente com a “primeira resposta”, tente encontrar mais de uma solução para cada questão.

Não é preciso que sua inovação seja uma “super ideia”, muitas vezes pode ser uma nova aplicabilidade para algo que já existe.

Busque sempre fazer parte da solução e não do problema.

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/10-dicas-para-quem-quer-ser-inovador-em-qualquer-area

Créditos da Imagem:

https://www.webdesignerdepot.com/2017/03/how-to-succeed-with-design-thinking/

Metade dos jovens escolhe carreira sem conhecer profissão

 

Dado consta de pesquisa feita com 18.500 estudantes do 3º ano do ensino médio

Uma pesquisa realizada pela Universidade Anhembi Morumbi com 18.477 alunos do 3º ano do ensino médio na cidade de São Paulo revelou que 59% desses estudantes já escolheram a carreira que querem seguir – nas escolas públicas, o índice chega a 63%. Entre aqueles que já estão decididos, contudo, menos da metade (46%) revelou ter mantido algum contato com a profissão escolhida. O estudo aponta ainda que 27% de todos os estudantes têm dúvidas sobre o mercado de trabalho. “Percebemos que os estudantes se decidem pela carreira sem conhecer a fundo a área de interesse”, afirma Luciano Romano, coordenador do levantamento.

A influência exercida pelos pais na escolha da carreira pode ser percebida na predominância de carreiras tradicionais – medicina, direito, arquitetura e urbanismo, engenharia civil e administração são as mais escolhidas. Para Romano, a explicação é simples: “É comum que pais conheçam advogados ou administradores, por exemplo, e, assim, apresentarem essas carreiras aos filhos. Conversas sobre profissões como games e gerenciamento de e-commerce são, é claro, menos frequentes.”

Bruna Tokunaga Dias, gerente de orientação de carreira da agência de recrutamento Cia de Talentos, destaca que a atual geração leva muito em conta a opinião dos amigos na hora de tomar decisões, mas que a posição dos pais mantém peso muito grande nesse momento. Isso porque são eles que, em grande parte dos casos, vão pagar a mensalidade da faculdade. “Frequentemente nos deparamos com pessoas que já sabem o que querem, mas cujos pais não concordam com a decisão e, por isso, se negam a custear os estudos”, diz Bruna.

Além da opinião familiar, tradição e remuneração da profissão, os jovens são atraídos pelas carreiras que estão em alta. “Há algum tempo houve uma demanda alta por cursos de hotelaria e turismo, já que essas áreas estavam em evidência. Porém, quando aqueles alunos levados pela ‘moda’ estavam se formado, o mercado já esfriava”, conta Bruna. A especialista orienta os estudantes a conciliar aptidões e gostos no momento da decisão. “Influência familiar, modismo e mercado vão mudar. No fim das contas, será você sozinho trabalhando oito horas por dia na mesma área.”

A pesquisa foi realizada entre os meses de fevereiro e abril de 2013. Foram ouvidos 10.162 mulheres e 8.315 homens – 66% estão na rede privada de ensino e 34%, na pública.

Fonte:

http://veja.abril.com.br/educacao/metade-dos-jovens-escolhe-carreira-sem-conhecer-profissao/

Créditos da Imagem:

https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=0ahUKEwjy8NDGwOLWAhXEIJAKHakmCo8QjhwIBQ&url=https%3A%2F%2Fpaulsampaio.com%2F2016%2F09%2F06%2Fentre-a-desistencia-e-a-resiliencia%2F&psig=AOvVaw205Z7DZX31wZP7D7FViT8s&ust=1507602750799938

Não aguento mais!

“Entendo que a família, os amigos e os nossos avós estão na torcida para dar tudo certo, mas a cada vez que me perguntam qual curso vou prestar no vestibular?” A ansiedade toma conta e fico ainda mais angustiado.

Eu, sinceramente, não sei. Fico me perguntando:

– Para que será que eu sirvo?

– Que carreira paga melhor?

– Será que depois de formado acharei emprego nesta área?”

Que bom que você sabe que todos estão torcendo muito por você e que as perguntas expressam amor, mais do que qualquer coisa.

Veja se alguma das dicas abaixo funciona para você:

1) Para saber quais atividades você é reconhecido por fazer muito bem, você pode enviar uma pergunta aos seus amigos e pessoas mais próximas por WhatsApp: “quando precisa da minha ajuda, você quer contar comigo para fazer exatamente o quê?” Isso pode ajudar a perceber alguns talentos, pois se houver alguma identificação ou característica mais forte, ela aparecerá em mais de uma resposta.

Talvez seja mais ligado a área de humanas, exatas ou biológicas. Pode ter certeza que alguma dica virá.

2) Você também pode ler sobre diferentes carreiras, basta dar uma “googlada” e uma série de informações estarão à sua disposição.

3) Converse com seus professores, eles conhecem mais do que você sobre as oportunidades de mercado.

4) Procure por profissionais que exerçam alguma carreira com a qual você se identifica para validar se é isso mesmo o que quer.

Se puder, visite a faculdade que você está pensando cursar, procure alguém do curso e converse com ela, esclareça suas dúvidas. Aliás, muitas universidades promovem encontros antes do vestibular justamente para este fim.

Às vezes, fazer uma escolha pode ser difícil, mas é parte da vida. Depois você terá que optar um trabalho, talvez um intercâmbio, uma área mais específica e é isto. Estar bem informado ajuda muito a diminuir a ansiedade, então, mãos à obra.

Fonte:

http://www.grupociadetalentos.com.br/br/conteudo/nao-aguento-mais

Créditos da imagem:

https://www.thinglink.com/scene/707393563003977730